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sábado, 28 de março de 2009

Aí Pessoal Esse Blog é Fera

Aberto os comentários para esse blog
Postado por alguem às 3/28/2009 09:25:00 AM Um comentário:
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Mensagem de boas vindas

Eu deixo esse blog para quem é fã dos carros.

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Chevrolet

A Chevrolet é uma montadora de veículos motorizados americana, pertencente a uma das maiores marcas de automóveis do mundo, a General Motors juntamente com as europeias Opel e Vauxhall.
A Chevrolet, nos Estados Unidos, marcou época produzindo carros conhecidos internacionalmente como o corvette e o camaro.
Fundada em 1924 a General Motors Brasil em São Paulo.
No ano de 1968, a Chevrolet Brasil anuciou oficialmente o projeto do seu primeiro carros de passeio, o inesquecível e lendário Opala.
No Ano de 2004, a Chevrolet Brasil foi lider de vendas de automoveis e comerciais leves. Além disso, a Chevrolet completou 80 anos de Brasil.
Em 2005 a Chevrolet investiu na remodelação do Vectra, que passou a ser um sedã, o Opel Astra alemão.
Em 2006 a Chevrolet lançou uma reestilização do Celta e, em Outubro, a versão sedã do carro, chamada Prisma.

Porsche

Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, geralmente abreviado para Porsche AG, ou somente Porsche, é uma das principais marcas de automóveis da Alemanha. Foi fundada em 1931 por Ferdinand Porsche, o engenheiro que criou o primeiro Volkswagen. A companhia, localizada em Zuffenhausen, um distrito de Stuttgart, é conhecida pelos seus modelos desportivos, mas que mantêm características que possibilitam o seu uso diário, como a fiabilidade e durabilidade dos seus equipamentos.
Recentemente, a Porsche tornou-se o principal acionista do Grupo Volkswagen, que abrange as marcas Audi, Seat, Skoda, Bentley, Bugatti e Lamborghini, além de participações societárias em outras fabricantes.

Gallardo

O Gallardo é o modelo "de entrada" da Lamborghini, tendo sido lançado em 2004. É o primeiro modelo da marca equipado com motor V10. No Salão de Genebra de 2007 foi lançada a versão Superleggera [1], com 10 cv a mais e 100 Kg a menos. Em 2005 foi considerado pela revista Car Design News um dos dez carros mais belos do mundo, e um dos três feitos por
Giorgetto Giugiaro que está nesta lista.Em dezembro de 2004 alguns Gallardos foram doados pela Lamborghini para a polícia italiana como presente por seu 152º aniversário. Com o seu motor V10 de 520cv de potência a 7800rpm, vai de 0-100 km/h em 3,9 segundos, tendo uma velocidade máxima de 333km/h . Este, com certeza é o carro de polícia mais rápido do mundo.No Salão de Genebra de 2008 a Lamborghini apresentou uma versão atualizada o Gallardo denominada LP560-4[2]. O modelo teve seu motor 5.2 V10 retrabalhado para alcançar a potência de 560cv.

 

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http://carros-tunados-lamborghini2.blogspot.com/

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Qual e o carro mais rapido do mundo

como funciona o motor

Introdução
Alguma vez você abriu o capô do seu carro e ficou imaginando o que acontece lá dentro? Para quem não entende do assunto o motor de um carro pode parecer uma salada de metal, tubos e fios.
Pode ser só curiosidade, ou você talvez queira comprar um carro novo e tenha ouvido algo como "3.0 V6", "duplo comando no cabeçote" ou "injeção multiponto". Que coisas são essas?
Foto cortesia da DaimlerChryslerMotor do Jeep Grand Cherokee 2003
Não pare de ler este artigo, que explica o conceito básico de um motor e depois mostra em detalhes como todas as peças se ajustam, o que pode dar errado e como melhorar o desempenho.
O propósito do motor de um carro a gasolina (ou álcool, ou gás) é transformar em movimento o combustível - isso vai fazer o carro andar. O modo mais fácil de criar movimento a partir da gasolina é queimá-la dentro de um motor. Portanto, o motor de carro é um motor de combustão interna - combustão que ocorre internamente. Duas observações:
há vários tipos de motores de combustão interna, também chamados de motores a explosão. Motores a diesel são um tipo e turbinas a gás são outro. Leia também os artigos sobre motores Hemi, motores rotativos e motores 2 tempos. Cada um tem suas próprias vantagens e desvantagens;
também existem motores de combustão externa. O motor a vapor de trens antigos e navios a vapor é o melhor exemplo de motor de combustão externa. O combustível (carvão, madeira, óleo ou outro) é queimado fora do motor para produzir vapor, e este gera movimento dentro do motor. A combustão interna é muito mais eficiente (gasta menos combustível por quilômetro) do que a combustão externa, e o motor de combustão interna é bem menor que um motor equivalente de combustão externa. Isso explica por que não vemos carros da Ford e da GM usando motores a vapor.
Quase todos os carros atuais usam motor de combustão interna a pistão porque esse motor é:
relativamente eficiente (comparado com um motor de combustão externa)
relativamente barato (comparado com uma turbina a gás)
relativamente fácil de abastecer (comparado com um carro elétrico)
Essas vantagens superam qualquer outra tecnologia existente para fazer um carro rodar.
Para compreender o funcionamento básico de um motor de combustão interna a pistão é útil ter uma imagem de como funciona a "combustão interna". Um bom exemplo é um antigo canhão de guerra. Você provavelmente já viu em algum filme soldados carregarem um canhão com pólvora, colocarem uma bala e depois o acenderem. Isso é combustão interna - mas o que isso tem a ver com motores?
Um exemplo melhor: digamos que você pegue um pedaço comprido de tubo de esgoto, desses de PVC, talvez com 7,5 cm de diâmetro e uns 90 cm de comprimento e feche uma das extremidades. Então, digamos que você espirre um pouco de WD-40 dentro do tubo, ou jogue uma gotinha de gasolina e em seguida empurre uma batata para dentro do cano. Assim:
Eu não estou recomendando fazer isso! Mas digamos que você tenha feito... Esse dispositivo é conhecido como canhão de batata. Com uma centelha é possível inflamar o combustível.
O interessante aqui, e a razão para falarmos de um dispositivo como esse, é que um canhão de batata pode arremessar uma batata a cerca de 150 metros de distância! Um pingo de gasolina armazena um bocado de energia.
Combustão internaO canhão de batata usa o princípio básico de qualquer motor de combustão interna convencional (motor a pistão). Pôr uma pequena quantidade de combustível de alta energia (como a gasolina) em um reduzido espaço fechado e gerar uma centelha libera uma quantidade inacreditável de energia, na forma de gás em expansão. Essa energia pode ser usada para fazer uma batata voar 150 metros. Nesse caso, a energia é transformada em movimento da batata. Isso também pode ser usado para fins mais interessantes. Por exemplo, ao se criar um ciclo que permita provocar centenas de explosões por minuto e torne possível empregar essa energia de forma útil estará feita a base de um motor de carro!
Quase todos os carros atualmente usam o que é chamado de ciclo de combustão de 4 tempos para converter a gasolina em movimento. Ele também é conhecido como ciclo Otto, em homenagem a Nikolaus Otto, que o inventou em 1867. Os 4 tempos estão ilustrados na Figura 1. Eles são
Admissão
Compressão
Combustão
Escapamento
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Figura 1
Como são os tempos
Na figura você percebe que uma peça chamada pistão substitui a batata no canhão de batata. O pistão está ligado ao virabrequim por uma biela. Conforme gira, o virabrequim "arma o canhão." Eis o que acontece à medida que o motor passa por esse ciclo:
");
//-->
1. A válvula de admissão se abre enquanto o pistão se move para baixo, levando o cilindro a aspirar e se encher de ar e combustível. Essa fase é a admissão. Somente uma pequena gota de gasolina precisa ser misturada ao ar para que funcione. (Parte 1 da figura)
2. O pistão volta para comprimir a mistura ar-combustível. É a compressão, que torna a explosão mais potente. (Parte 2 da figura)
3. Quando o pistão atinge o topo do seu curso, a vela de ignição solta uma centelha para inflamar a gasolina. A gasolina no cilindro entra em combustão, aumentando rapidamente de volume e empurrando o pistão para baixo. (Parte 3 da figura)
4. Assim que o pistão atinge a parte de baixo do seu curso, a válvula de escapamento se abre e os gases queimados deixam o cilindro através do tubo existente para esse fim. (Parte 4 da figura)
Agora o motor está pronto para o próximo ciclo, aspirando novamente ar e combustível.
Observe que o movimento que resulta de um motor de combustão interna é rotativo, embora os pistões se movam de forma linear, da mesma forma que o canhão de batata. Em um motor o movimento linear dos pistões é convertido em movimento rotativo pelo virabrequim. É esse movimento rotativo que permite fazer as rodas dos carros girarem.
Vamos ver agora todas as partes que trabalham juntas para fazer isso acontecer.
Cilindros e outras peças do motor
O coração do motor é o cilindro, dentro do qual um pistão se move para cima e para baixo. O motor descrito acima tem apenas um cilindro, típico de cortadores de grama e de motocicletas de pequeno porte, mas a maioria dos carros tem mais de um cilindro (geralmente quatro, seis ou oito cilindros). Em um motor com vários cilindros, eles são dispostos de diversas maneiras. As principais configurações são em linha, em V ou plano (conhecido também como horizontal oposto ou boxer), como mostram as figuras abaixo.
Figura 2. Em linha - Os cilindros são alinhados em uma única bancada
Figura 3. V - Os cilindros são dispostos em duas bancadas, formando um ângulo entre si
Figura 4. Plano - Os cilindros são dispostos em duas bancadas, em lados opostos do motor
Há vantagens e desvantagens de cada configuração de motor em termos de suavidade, custo de fabricação e características diretamente ligadas à sua forma. Essas vantagens e desvantagens tornam cada um mais apropriado a certos tipos de veículo.
Tamanho do motor (cilindrada ou deslocamento volumétrico)
Desde os primórdios dos motores, convencionou-se classificá-los em tamanho por meio da cilindrada ou deslocamento volumétrico. Por se tratar de volume, ele é medido em litros ou cm³ (centímetros cúbicos, 1.000 centímetros cúbicos - ou 1.000 cm³ - equivalem a um litro).
Veja aqui alguns exemplos:
uma motosserra pode ter um motor de 40 cm³;
uma motocicleta pode ter um motor de 500 cm³ ou de 750 cm³;
um carro esportivo pode ter um motor de 5 litros (5.000 cm³).
A maioria dos motores dos carros comuns tem entre 1,5 litro (1.500 cm³) e 4 litros (4.000 cm³)
A cilindrada é obtida por simples cálculo. Toma-se a área correspondente ao diâmetro do cilindro (Pi x diâmetro elevado ao quadrado e dividido por 4) e multiplica-se pelo curso do pistão. Deve-se ter o cuidado de sempre considerar centímetros e não milímetros, pois estamos buscando centímetros cúbicos. Uma vez que se tenha a cilindrada de um cilindro, é só multiplicar o resultado pelo número de cilindros para obter a cilindrada do motor (desnecessário caso o motor seja de um cilindro apenas).
Se você tiver um motor de 4 cilindros e cada cilindro comportar meio litro, o motor inteiro é um "motor de 2 litros" - também se diz motor 2.0. Se cada cilindro tem capacidade de meio litro e há seis cilindros dispostos em V, você tem um "V6 de 3 litros", ou V6 3.0.
Geralmente a cilindrada dá idéia da potência que o motor pode produzir. Um cilindro que desloca meio litro pode comportar o dobro da mistura ar-combustível que um cilindro que desloca 1/4 de litro - pode-se esperar o dobro de potência no cilindro maior (caso todos os outros parâmetros sejam iguais). Um motor de 2 litros tem, em termos gerais, a metade da potência de um motor de 4 litros.
Para ampliar a cilindrada de um motor aumenta-se o número de cilindros ou o seu tamanho (ou as duas coisas). Outra maneira, junto com as providências acima ou não, é aumentar o curso dos pistões.
Outras partes de um motor
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Motor de combustão interna
Vela de igniçãoA vela de ignição fornece a centelha que provoca a ignição da mistura ar-combustível, para que ocorra a combustão. A centelha precisa ocorrer no momento exato para que as coisas funcionem bem.
VálvulasAs válvulas de admissão e de escapamento abrem no momento certo e deixam respectivamente entrar o ar e o combustível e sair os gases queimados. Observe que ambas as válvulas são fechadas durante a compressão e a combustão, mantendo vedada a câmara de combustão.
PistãoO pistão é uma peça metálica cilíndrica, de liga de alumínio, que se move dentro do cilindro.
Anéis de segmentoOs anéis de segmento são uma vedação deslizante entre a borda externa do pistão e a parede interna do cilindro. Os anéis servem para:
impedir que a mistura ar-combustível e os gases de escapamento vazem da câmara de combustão para dentro do cárter de óleo durante a compressão e a combustão, respectivamente;
impedir que o óleo do cárter passe para dentro da zona de combustão, onde seria queimado e desperdiçado.
Na maioria dos carros que "queimam óleo" (e precisam ter seu nível completado - por exemplo a cada 1.000 km ou menos) o óleo queima porque o motor está desgastado e os anéis não vedam direito.
Biela
É uma haste que liga o pistão ao virabrequim. As duas pontas da biela podem girar, permitindo a mudança de ângulo à medida que o pistão se move e o virabrequim gira.
VirabrequimO virabrequim transforma o movimento retilíneo do pistão em um movimento circular, como faz a manivela no brinquedo jack-in-the-box (boneco na caixa).
CárterO cárter envolve o virabrequim e também age como reservatório de óleo, que fica armazenado em seu fundo.
O que pode dar errado?Ao sair certa manhã, seu motor gira, mas não dá pega... O que pode estar errado? Agora que você sabe como funciona um motor, é possível compreender o que pode impedir um motor de funcionar. Três problemas fundamentais podem acontecer: mistura inadequada de ar e combustível, falta de centelha ou falta de compressão. Outras centenas de pequenos problemas podem ocorrer, mas os citados acima são os "Três Grandes". Com base no motor simples que estamos discutindo, veja aqui um levantamento rápido de como esses problemas afetam seu motor:
Mistura inadequada - uma mistura inadequada ar-combustível pode ocorrer de várias maneiras:
a gasolina acabou e o motor recebe ar, mas não combustível;
a entrada de ar pode estar entupida, de modo que há combustível, porém não entra ar suficiente;
o sistema de combustível pode estar fornecendo combustível a mais ou a menos à mistura, significando que a combustão não poderá ocorrer de forma apropriada;
pode haver impurezas no combustível (como água no tanque de combustível) fazendo com que não seja possível a sua queima.
Falta de centelha - a centelha pode não ocorrer ou ser fraca por diversas razões:
se a vela de ignição ou o fio que chega à vela estiverem gastos, a centelha será fraca;
se o cabo estiver cortado ou faltando - ou se o sistema que manda a corrente de alta tensão pelo cabo não estiver funcionando corretamente - não haverá centelha;
se a centelha ocorre muito cedo ou muito tarde no ciclo (ou seja, se o ponto de ignição estiver muito fora do padrão), o combustível não sofrerá ignição no tempo certo e isso poderá causar vários tipos de problemas.
Muitos outros problemas podem acontecer. Por exemplo:
se a bateria estiver descarregada, o motor de partida não poderá girar o motor para fazê-lo funcionar;
se os mancais que permitem que o virabrequim gire livremente estiverem prendendo, ele não irá girar, impedindo o funcionamento do motor;
se as válvulas não abrirem e fecharem no momento correto ou simplesmente não abrirem, o ar não poderá entrar ou os gases de escapamento não poderão sair - e o motor não funcionará;
se alguém enfiar uma batata na ponta do cano de escapamento, os gases não poderão sair dos cilindros e o motor não funcionará;
se o óleo acabar e o motor vier a travar, os pistões não poderão se mover livremente, impedindo o funcionamento do motor.
Falta de compressão - se a carga de ar e combustível não puder ser comprimida de maneira apropriada, o processo de combustão não acontecerá corretamente. A falta de compressão pode ocorrer pelas seguintes razões:
os anéis de segmento estão gastos (permitindo que a mistura ar-combustível vaze pelos lados do pistão durante a compressão);
as válvulas de admissão ou de escapamento não estão vedando apropriadamente, permitindo o vazamento durante a compressão;
há um grande vazamento em um ou mais cilindros.
O vazamento mais comum em um cilindro ocorre onde a parte acima do bloco do motor (onde ficam as válvulas e as velas de ignição, e às vezes o comando de válvulas, também conhecida como cabeçote) se prende ao bloco. Geralmente, o bloco e o cabeçote são mantidos juntos com uma junta fina entre eles para assegurar uma boa vedação. Se a junta se rompe, desenvolvem-se pequenas fugas entre bloco e cabeçote.
Em um motor funcionando corretamente, todos esses fatores estão dentro da tolerância. Como você pode ver, um motor tem inúmeros sistemas que o ajudam a cumprir seu papel de converter combustível em movimento. A maioria desses subsistemas pode ser implementado usando tecnologias diferentes e melhores para aumentar o desempenho do motor. Nas próximas seções, abordaremos todos os subsistemas diferentes usados nos motores
O trem de válvulas e outros sistemas
O trem de válvulas é constituído pelas válvulas e por um mecanismo para abri-las e permitir que fechem, chamado de árvore de comando de válvulas ou simplesmente comando de válvulas. Ele tem ressaltos (perfis geralmente ovalados) que movem as válvulas, ficando para as molas de válvulas a responsabilidade de fechá-las, como mostra a Figura 5.
Figura 5. O comando de válvulas
A maioria dos motores modernos tem o que se chama de comando de válvulas no cabeçote. Isso significa que o comando de válvulas está localizado nessa parte do motor, geralmente acima das válvulas, como se vê na Figura 5. Os ressaltos na árvore atuam sobre as válvulas diretamente (na verdade há uma peça chamada tucho entre o ressalto e elas) ou indiretamente por meio de uma alavanca bem curta (motores mais antigos têm o comando de válvulas localizado no bloco, perto do virabrequim. Nesse tipo de desenho, varetas apoiadas em tuchos unem o movimento dos ressaltos aos balancins no cabeçote, que por sua vez acionam as válvulas. Há mais partes móveis nesse sistema e também maior defasagem entre o acionamento da válvula pelo ressalto do comando e o seu movimento efetivo, além da maior massa de movimento alternado constituir obstáculo a rotações mais altas do motor). Uma correia dentada ou uma corrente de distribuição conecta o virabrequim ao comando de válvulas, mantendo as válvulas sincronizadas com os pistões. O acionamento do comando de válvulas é calculado para que ele gire à metade da rotação do virabrequim. A maioria dos motores de alto desempenho tem quatro válvulas por cilindro (duas para admissão e duas para escapamento), normalmente com dois comandos de válvulas por bancada de cilindros - daí o termo duplo comando no cabeçote.
Para mais detalhes leia Como funcionam as árvores de comando.
Sistemas de ignição e arrefecimentoO sistema de ignição (Figura 6) produz uma corrente elétrica de alta tensão e transmite-a para a vela de ignição pelos cabos de vela. A corrente flui primeiro para um distribuidor, facilmente identificável embaixo do capô da maioria dos carros. Um cabo chega ao centro do distribuidor, e quatro, seis ou oito cabos (dependendo do número de cilindros) saem dele, para cada vela de ignição. O motor é sincronizado de modo que somente um cilindro receba uma corrente do distribuidor de cada vez. Em muitos motores modernos não existe mais o distribuidor físico, substituído por sistema eletrônico.
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­Figura 6. O sistema de ignição
Veja Como funciona o sistema de ignição de um automóvel para mais detalhes.
Sistema de arrefecimentoNa maioria dos carros o sistema de arrefecimento tem um radiador e uma bomba d'água. A água circula por passagens ao redor dos cilindros e das câmaras de combustão e depois por tubos no radiador, para ser resfriada. Em poucos carros (o Fusca, por exemplo), assim como na maioria das motocicletas e cortadores de grama, o motor é refrigerado a ar (uma característica desse tipo de refrigeração é a presença de aletas nos cilindros e cabeçote para ajudar a dissipar o calor). Os motores resfriados a ar são mais leve, mas trabalham mais quentes, o que diminui sua durabilidade e seu desempenho geral.
Diagrama de um sistema de arrefecimento mostrando como todas as mangueiras estão conectadas
Para mais detalhes leia Como funcionam os sistemas de arrefecimento dos carros.
Admissão de ar e partidaA maioria dos carros tem motores de aspiração natural, o que significa que o ar flui por si só para os cilindros pela depressão criada pelos pistões no curso de admissão, depois de passar pelo filtro de ar. Motores de alto desempenho são ou turbocomprimidos, ou comprimidos, o que significa que o ar que se dirige aos cilindros é pressurizado antes (de modo que mais mistura ar-combustível possa ser introduzida nos cilindros) para melhorar o desempenho. A quantidade de pressurização é chamada de sobrepressão. O turbocompressor possui uma pequena turbina acoplada ao coletor de escapamento faz girar a turbina de compressão que recebe o ar de admissão. Os compressores (há vários tipos) são acionados diretamente pelo motor.
Foto cortesia da Garrett
Mais detalhes em Como funcionam os turbocompressores.
Aumentar a potência do seu motor é ótimo, mas o que acontece quando você gira a chave para colocá-lo em funcionamento? O sistema de partida consiste de um motor elétrico e um solenóide de partida. Quando você vira a chave de ignição, o motor de arranque faz o virabrequim dar algumas voltas, o que propicia o início do processo de combustão. É preciso um motor potente para girar um motor frio. O motor de arranque precisa vencer:
o atrito interno provocado pelos anéis de segmento
a pressão de compressão de qualquer cilindro(s) que esteja no curso de compressão
a energia necessária para abrir e fechar as válvulas
todas as "outras" coisas diretamente ligadas ao motor, como bomba d'água, bomba de óleo, alternador, etc.
Como é necessária muita potência e um carro usa um sistema elétrico de 12 volts, centenas de ampères de eletricidade precisam fluir para dentro do motor de arranque (lembre-se: potência é o produto da corrente multiplicada pela tensão). O solenóide de partida é essencialmente um grande interruptor elétrico que pode lidar com toda essa corrente. Quando você vira a chave de ignição, ela ativa o solenóide para fazer chegar energia elétrica de alta intensidade (amperagem) ao motor de arranque.
Sistemas de lubrificaçãoO sistema de lubrificação assegura que cada parte móvel do motor seja suprida de óleo, para diminuir o atrito e evitar o engripamento. As duas partes que mais precisam de óleo são os pistões (para deslizar facilmente em seus cilindros) e todos os mancais que permitem que o virabrequim e o comando de válvulas, e as bielas nas suas articulações, se movimentem livremente. Na maioria dos carros, o óleo é sugado do reservatório pela bomba, passando pelo filtro de óleo para remover qualquer impureza antes de ser esguichado sob pressão nos mancais e depois atingir as paredes internas dos cilindros. O óleo então escoa para o cárter, onde é coletado, e o ciclo se repete.
A alimentaçãoO sistema de alimentação bombeia combustível do tanque e o mistura com o ar, de modo que a mistura ar-combustível correta seja admitida nos cilindros. Existem três maneiras comuns de enviar o combustível: carburação, injeção de combustível no coletor de admissão e injeção direta de combustível na câmara de combustão.
Na carburação, um dispositivo chamado carburador mistura o combustível com o ar conforme este flui para dentro do motor.
Em um motor com injeção a quantidade correta de combustível é injetada individualmente em cada cilindro - antes da válvula de admissão (injeção de combustível multiponto) ou diretamente dentro do cilindro (injeção direta de combustível).
Para mais detalhes leia Como funcionam os sistemas de injeção de combustível.
EscapamentoO sistema de escapamento inclui a tubulação e o silenciador (peça que abafa o som - sem o silenciador, você ouviria o som de milhares de pequenas explosões vindo do cano de escapamento). O sistema de escapamento inclui um conversor catalítico, também chamado de catalisador.
Controle de emissõesNo sistema de controle de emissões nos carros modernos há um conversor catalítico, um conjunto de sensores e acionadores e um computador para monitorar e ajustar todos os sistemas. Por exemplo, o conversor catalítico usa um agente catalisador e oxigênio para queimar todo o combustível que não foi utilizado, assim como outras substâncias químicas dos gases de escapamento. Um sensor de oxigênio no fluxo de gases monitora permanentemente a relação ar-combustível e informa a situação ao computador de controle do motor para que este efetue as correções necessárias.
Para mais detalhes leia Como funcionam os conversores catalíticos.
Sistema elétricoUma bateria e um alternador compõem o sistema elétrico. O alternador é conectado ao motor por uma correia e gera eletricidade para recarregar a bateria. A bateria fornece eletricidade com tensão de 12 volts para todos os dispositivos elétricos do carro (o sistema de ignição, rádio, faróis, limpadores de pára-brisa, vidros elétricos, computadores de bordo, etc.)
Como obter mais potência dos motores
Cavalos-vapor (cv)
Clique aqui para ver uma explicação completa do que são cavalos-vapor e o significado do termo: Como funcionam os cavalos-vapor!
Com base em todas as informações é possível perceber que existem modos diferentes de melhorar o desempenho de um motor. Os fabricantes de carro estão sempre combinando, de diversas maneiras, as variáveis a seguir, para tornar os motores mais potentes e/ou mais eficientes.
Aumentar a cilindrada - mais deslocamento volumétrico significa mais potência porque permite queimar mais combustível durante cada rotação do motor. É possível aumentar a cilindrada usando cilindros maiores ou acrescentando mais cilindros (o limite prático é o de 16 cilindros). A cilindrada também pode ser aumentada por meio de maior curso dos pistões.
Elevar a taxa de compressão - taxas de compressão mais altas produzem mais potência, até certo ponto. Entretanto, quanto mais se comprime a mistura ar-combustível, maior a possibilidade de que parte da mistura na câmara detone espontaneamente (depois de ocorrer a centelha da vela de ignição). A gasolina de alta octanagem, como a premium ou a Podium, diminui o risco ou evita essa detonação. É por isso que os carros de alto desempenho geralmente precisam de gasolina de alta octanagem - seus motores normalmente têm taxas de compressão mais elevadas para obter mais potência.
Colocar mais ar em cada cilindro - é possível empurrar mais ar (e portanto mais combustível) para um cilindro de determinado tamanho (do mesmo modo que se faria aumentando o tamanho do cilindro). Os turbocompressores e compressores pressurizam o ar que entra para que seja fornecido efetivamente mais ar aos cilindros. Para mais detalhes, leia Como funcionam os turbocompressores.
Resfriar o ar na admissão - comprimir o ar aumenta sua temperatura, mas é melhor ter o ar mais frio possível no cilindro (quanto mais quente o ar, menos denso ele se torna, menos oxigênio por volume). Assim, muitos carros equipados com turbocompressor ou compressor têm um intercooler. O intercooler é um radiador por onde o ar comprimido passa para ser resfriado antes de entrar nos cilindros. Para mais detalhes, leia Como funcionam os sistemas de arrefecimento dos carros.
Facilitar a entrada de ar - à medida que o pistão se move no seu curso de admissão, a resistência do ar pode roubar potência do motor. A resistência do ar pode ser fortemente diminuída colocando uma válvula maior ou, preferencialmente por questão de peso, duas passagnes de ar total. Alguns carros mais novos estão usando coletores de admissão polidos internamente para eliminar a resistência do ar. Filtros de ar maiores podem também melhorar o fluxo de ar.
Facilitar a saída dos gases queimados - se a resistência do ar dificultar a saída dos gases de queimados em um cilindro, ocorrerá roubo de potência do motor. A resistência do ar pode ser amenizada acrescentando-se uma válvula de escapamento em cada cilindro ou, preferencialmente, duas válvulas menores, mas que resulte em aumento total da área de passagem (um carro com duas válvulas de admissão e duas válvulas de exaustão tem quatro válvulas por cilindro, o que melhora o desempenho - quando você ouve um comercial dizer que o carro tem quatro cilindros e 16 válvulas, o que o comercial está dizendo é que o motor tem quatro válvulas por cilindro). Se o diâmetro do cano do escapamento é muito pequeno ou o silenciador oferece muita resistência ao ar, pode haver contrapressão, que terá o mesmo efeito de válvula de escapamento muito pequena. Sistemas de escapamento de alto desempenho usam coletores especiais (muitas vezes chamados de "dimensionados"), tubos de escape de grande diâmetro e silenciadores de alta vazão para diminuir a contrapressão no sistema de escapamento. Quando você ouve que um carro tem "duplo escapamento", o objetivo é melhorar o fluxo dos gases de escape tendo dois tubos de escapamento em vez de apenas um.
Diminuir o peso dos componentes - componentes leves ajudam o motor a ter um desempenho melhor. Cada vez que um pistão muda de direção ele utiliza energia para interromper o trajeto em uma direção e iniciá-lo em outra. Quanto mais leve o pistão, menos energia ele dissipa. Essa é também a razão de se usar duas válvulas menores em vez de apenas uma grande.
Injeção de combustível - a injeção de combustível permite uma dosagem muito precisa de combustível em cada cilindro. Isso melhora o desempenho e reduz o consumo de combustível. Para mais detalhes, leia Como funcionam os sistemas de injeção de combustível.
Perguntas e respostasEis algumas dúvidas de leitores:
Qual a diferença entre um motor a gasolina e um motor a diesel? No motor a diesel não há velas de ignição. O diesel é injetado dentro do cilindro e o ar bem aquecido durante o curso e de compressão provoca a ignição do combustível. O diesel tem uma densidade de energia mais alta que a gasolina e permite ao carro rodar mais quilômetros por litro de combustível. Mais informações em Como funcionam os motores a diesel.

Qual a diferença entre um motor 2 tempos e um motor 4 tempos? A maioria das motosserras e dos motores de barco usa motores 2 tempos. Um motor 2 tempos não tem válvulas que se movem, e a vela de ignição dispara centelha cada vez que o pistão atinge o ponto-morto superior. Uma abertura (chamada janela) na parte inferior da parede do cilindro permite a entrada de combustível e ar, por depressão, para a parte abaixo dos pistões e depois ocorre a transferência para a parte superior, para ser comprimida como num motor 4 tempos. A vela de ignição provoca a combustão e os gases de escape saem por outra janela no cilindro. Instantes depois é realizada a transferência. É necessário misturar óleo e gasolina em um motor 2 tempos porque não há o cárter contendo óleo, embora existam casos de fornecimento separado do lubrificante. Geralmente, um motor 2 tempos produz bastante potência considerando o seu tamanho, porque há o dobro de etapas de combustão em relação a um 4 tempos. Contudo, um motor 2 tempos consome mais combustível e queima muito mais óleo, sendo muito mais poluente. Mais informações em Como funcionam os motores 2 tempos.

Você mencionou motores a vapor neste artigo - existe alguma vantagem nos motores a vapor em relação aos outros motores de combustão interna? A principal vantagem de um motor a vapor é que você pode usar como combustível qualquer coisa que queime. Por exemplo, um motor a vapor pode usar carvão, jornal ou madeira como combustível, enquanto um motor de combustão interna precisa de um combustível líquido ou gasoso puro e de alta qualidade. Mais informações em Como funcionam os motores a vapor.

Existem outros ciclos além do ciclo de Otto usado nos motores dos carros? O ciclo do motor 2 tempos é diferente, assim como o ciclo do diesel descrito acima. O motor do Mazda Millennia usa uma modificação do ciclo Otto chamado Ciclo de Miller. Turbinas a gás usam o ciclo de Brayton. Motores rotativos Wankel usam o ciclo Otto, mas funcionam de um modo bastante diferente dos motores de 4 tempos a pistão de movimento linear.

Por que ter oito cilindros em um motor? Por que não ter, em vez disso, um cilindro grande com as mesmas cilindradas dos oito cilindros? Existem várias razões para que um motor grande de 4 litros tenha oito cilindros de meio litro em vez de um cilindro grande de 4 litros. A principal razão é a regularidade. Um motor V8 é mais regular porque tem oito explosões espaçadas durante as duas voltas do ciclo realizadas pelo virabrequim em vez de uma grande explosão somente. Outra razão é o torque de partida. Quando você liga um motor V8, você está empurrando somente dois cilindros (1 litro) em seus cursos de compressão, mas com um cilindro grande você teria que comprimir 4 litros.
Aqui algumas vão perguntas adicionais - clique na pergunta para ler a resposta:
Por que os carros de corrida têm potências tão diferentes?
Como funciona um carburador?
Como funciona um magneto?
Qual a diferença entre um motor em linha e um motor em V?
Por que alguns motores usam um sistema de cárter seco?
O que dá a uma Harley-Davidson o seu ruído característico?
Como o óxido nitroso melhora o desempenho de um motor?
Como funciona o sensor de oxigênio de um carro?
Qual a função do sistema VTEC em um motor Honda?
Carros de corrida usam o mesmo combustível dos carros normais?
Como funciona um motor de ciclo Miller?
Como os coletores de escape melhoram o desempenho dos motores?
O que significa o peso em uma lata de óleo de motor?
É possível mover um carro a ar comprimido?
Qual a diferença entre um turbocompressor e um superalimentador no motor de um carro?
Qual a função do computador de bordo de um carro?
Qual a diferença entre gasolina, querosene e óleo diesel?
O que é octano?
Por que é tão difícil dar partida no carro no inverno?
O que é um conversor catalítico e como ele funciona?
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Como funcionam os turbocompressores
Como funcionam os sistemas de injeção de combustível
Como funcionam os sistemas de arrefecimento dos carros
Como funcionam os carros da Champ Car
Como funcionam os carros da Nascar
Controle de tração em detalhes (em inglês)
Recalls automotivos em detalhes (em inglês)
Pontiac Firebird Trans Am 1970
Tudo sobre o Mercury Cougar 1969
.

Lista de fabricantes de automóveis


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Abadal
Abarth
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American Austin
American Bantam
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Anteros
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Aries
Arista
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ARO
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Ascari
Ascort
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ASL
ASM
Asquith
Aston Martin (Inglaterra), por David Brown
Astra
Ataka
Atalanta (automóvel)
ATS
ATT
Auburn
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Austin
Austin-Healey
Austin-Morris
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Australian Six
Australis
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Autocar
Autocars
Automobilbau Saier
Autozodiaco
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AV Monocar
Avanti
Avia
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AWZ
AXR B
B Engineering
Baby Buggy
BAD
Bajaj-Tempo
Baker Electronics
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Bandini
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Baolong
Barkas
Baur
Bavariacars
Bayliss-Thomas
BAZ
Bean
Bebi
Bedelia
Bedford
Beijing Automobile Works
Beiqi Foton
BelAZ
Bellier
Bellsize
Bentall
Bentley (Inglaterra)
Benz (veículos)
Berkeley
Berliet
Berrien Buggy
Bertone
Beuk
Bianchi
Biddle
Bignan
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Birkin
Biscayne
Biscuter
Bitter
Bizzarrini
Blackjack
Blitzworld
Blixt
Blugiemeuot
BMC
BMC (Turquia)
BMW (Alemanha)
BNC
Boitel
Bond
Bonetti
Borgward
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Brammo
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Brengun
Brennabor
Bricklin
Bristol (veículos)
British Leyland
British Salmson
BRM
Brooke Cars
Brooke
Brush
Brutsch
BSA Scout
BSH
Buchanan
Buckler
Budd
Bufori
Bugatti (Itália/França), por Ettore Bugatti
Buick (EUA)
Bulgar Renault
Bungartz
Burney
Byd [editar] C
C.A.C.
Cadillac
Calcott
Caldwell Vale
Callaway
Callista
Cardi
Carrozzeria Touring
Casalini
Castagna
Caterham
CD
Ceirano
Cemsa
CG
Chamonix
Champion
Chana
Chandler
Chang'An Motors
Changhe
Chaparral
Chapron
Charron
Chatenet
Checker
Chenard & Walcker
Chery
Chevrolet (EUA), por Louis Chevrolet
Chevron
Chiribiri
Chrysler (EUA), por Walter Chrysler
Chrysler Plymouth
Cisitalia
Citroën (França), por André Citroën
Cizeta-Moroder
Clan
Clement-Bayard
Clenet
Cleveland
Clever
Cluley
Clyno
Colani
Cole
Columbia
Comarth
Commer
Connaught
Continental Automobiles
Continental Motors
Cooper, fabricante de (Buggy)
Corbin
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Corre-La Licorne
Coste
Costin
Cottin & Desgouttes
Coventry Climax
CQ
Crane Simplex
Cree
Crosley
Crosslander
Crossley
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Cunningham
CWS

D
Dacia
Dadi (Chengdu)
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Daihatsu
DaimlerChrysler
Dare
Darl Mat
Darracq
Datsun
Dauer
Davis
Davrian
Daytona
DAX
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De Dion-Bouton
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De Tomaso
De Vaux
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Delaunay-Belleville
Delfino
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Denzel
Derways
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Devin
Diana
Diatto
Dimora
Dioss
DKW
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Dongfeng
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GEM
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Glas
Glasspar
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Gordon
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Hafei
Hakar
Hanomag
Hansa
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Hawk
Hebei Zhongxing
Heinkel
Henry Meadows Limited
Heuliez
Hillman
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Hino
Hispano-Suiza
HMC
HMV
Holden
Hofstetter, supercarro produzido no Brasil na década de 1980.
Hommell
Honda (Japão)
Hongqi
Horch (Alemanha), por August Horch
Hot Rod, fabricante de Buggys
Hotchkiss
HRG
Hudson
Humber
Hummer
Hupmobile
Hurtan
Hurtu
Hvezda
Hyundai

I
IAD
IFA
IKA
IME
Imperia
IMV
Infiniti
Innocenti
Inovo
Intermeccanica
International Harvester
Intrall
Invicta
Iran Khodro
Irmscher
Isdera
Iso, da Itália
Isotta-Fraschini
Isuzu
Itala
Izh

J
Jaguar
Jawa
JDM
Jeep
Jehle
Jensen
Jetcar
Jiangling
Jimenez
JK
Jordan
Joss
Josse
Jowett
JVA

K
Kaipan
Kaiser Frazer
Kaiser Automobili
Kasinski
Kellison
Kewet
KIA
Kieft
King, ou KMCC King Motor Car Company.
Kish Khodro
Kissel
Kleinschnittger
Koenigsegg
Kroboth
Kurek
Kurtis

L
La Minerve
La Salle
Lada
LaFayette
Laforza
Lagonda
LAM
Lambert
Lamborghini
Lanchester
Lancia
Land Rover
Laraki
Laurin & Klement
Laz
LC
LDV
Le Gui
Le Zebre
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Leyland
Lexus
Liaoning Shuguang
Lifan
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Lincoln
Linser
Lister
Liuzhou Wuling
Lizard
Lloyd
LM Sovra
LMX
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Locomobile
Locus
Lola
Lomax
Lorraine Dietrich
Lotec
Lotus Cars
LTI
Luaz
Lucien Rosengart

M
MAF
Magda
Magna Steyr
Mahindra
Maico
Mallock
Máquinas Agrícolas Romi, ver Romi
Marathon Motor Works
Marauder
Marcos
Marmon
Martini
Maruti
Maserati (Itália)
Mastretta (Mexico)
Mathis
Matra
Maxwell
Maybach
Mazda (Japão)
MCA
McLaren
Mega
Melkus
Menier
Mercedes-Benz (Alemanha); Em 1886 por Gottlieb Daimler e Karl Benz
Mercer
Mercury
Merkur
Messerschmitt
Metallurgique
Metrocab
Meyers Manx
Meyra
MG
Microcar
Mikrus
Mindset AG
Minerva
Mini Jem
Mini
Mitsubishi Motors (Japão)
Mitsuoka
Monica
Monteverdi
Moon
Mopar
Moravan
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Morgan
Morris
Mors
Moskvich
Mosler
MTX
Muntz
Mustang

N
NAG
Nagant
Nanjing
Napier
Nardi
Nash
Nazzaro
Neckar
Nissan (Japão)
Noble
Nota Sports Cars (montadora australiana)
Nova
NSU
NW
Nysa

O
Oakland
Obvio
Ogle
Oka
Oldsmobile
Oltcit
OM
Omega Six
Opel
Opperman
Orca
Osca
Osella Corse
OSI
Otosan
Overland

P
Packard
Pagani Automobili Modena
Paige
PAL
Panhard-Levassor
Panoz
Panther Westwinds
Paramount Cars
Peerless
Pegaso
Perodua
Peugeot (França)
PGO
Phanomen
Pierce Arrow
Pininfarina
Playboy
Plymouth
Polski Fiat
Pontiac
Porsche (Alemanha)
Praga, fabricante de 1907-1947
Prince
Princess
Proteus
Proto
Proton
PSA Bronto
Puch
Puma
Purvis, fabricante australiano de 1974-1991
PZinz

Q
Qvale

R
RAF
RAF, fabricante soviético.
Railton
Rambler
Reliant
Renault (França)
Reo
Reva
Rex-Simplex
Reynard
Rickenbacker
Riley
Rinspeed
Ritter
Roadrazer
Robin Hood
Rocar
Rochet-Schneider
Rolland-Pilain
Rolls-Royce (Inglaterra)
Romi (Brasil)
Ronart
Rootes
Rosengart
Rothwell
Rover
Rovin
Rumi
Rumpler
Ruska
Russo Baltique
Ruston-Hornsby

S
Saab
Sabra
Sado
Saipa
Saleen (EUA)
Salmson
San
Santana Motor
Saturn
Sauber
Sbarro
Scania
Scion
Scioneri
Sears
SEAT
SeAZ
Secma
Shanghai
Shelby
Shelsley
Siam di Tella
Siata
Siddeley-Deasy
Simca
Simpson Design
Singer
Sivax
Sizaire-Naudin
Skoda (República Tcheca)
Slaby Beringer
Smart
Sodomka
SPA
Spartan
Spectre
Speedster
Springuel
Spyker
Spyker Cars
SsangYong
SSC
Standard Cars (England)
Standard Fahrzeugfabrik (Germany)
Standard Swallow
Stanga
Stanguellini
Staley
Star, veja Durant
Steyr
Stoddard-Dayton
Stoewer
Stola
Storero
Studebaker
Stutz
Sub
Subaru (Japão)
Suminoe
Sunbeam
Suzuki
Swift
Sylva

T
TAC
Talbot
Tata Motors
Tatra (automóveis)
TAZ
Tempo, ver Bajaj-Tempo
Terraplane
Tesla Motors
Think
Thunderbolt
Tigr
Timmis
Toniks
Tornado
Tornax
Touring Superleggera
Toyota (Japão)
Trabant
Tracta
Tramontana
Trekka
Treser
Tricars
Trident
Triumph
Trojan
Troller (Brasil)
True Concept Cars
Tucker
Turchetti
Turner
TVR

U
U.S. Long Distance
UAZ
Ulf
Ultima
UMM
Unic
Unipower
URI
UVMV

V
Vabis
Vaclav Smejkal
Vaillante
Vale
Valiant
Valmet
VanClee
Vanden Plas
Vandenbrink
Vauxhall
VDL Bova
Vector (EUA)
Velie
Velorex
Velox
Vemac
Vemag
Venturi (automóvel) (França)
Veritas
Vermorel
Vespa, montadora de veículos francesa
VF
Vignale
Viotti
Virago
Vision
Volksrod
Volkswagen (Brasil,Alemanha)
Volvo
Vues
Vuillet

W
Waaijenberg
Walter
Wanderer
Wartburg
Way
Wendax
Westcott
Westfield
White
Whitlock
Wiesmann
Wikov
Willys Overland
Wolseley
X
Xiali

Y
Yamaha
Ycaco
Yes
YLN
Yugo
Yulon

Z
Z
Zagato
Zap
Zastava
Zaz
Zebra
Zedel
Zender
Zhejiang
Zhonghuacar
Zil
Zimmer
ZIS
Zündapp
Zust
ZXAuto

Mitsubishi

Mitsubishi
O logo da Mitsubishi

Pagani

Pagani
um carro da Pagani

Mercedes benzs SLR mclaren

Mercedes benzs SLR mclaren

SSC ULTIMATE AERO TWIN TURBO

SSC ULTIMATE AERO TWIN TURBO
O carro mais rapido do mundo

Ford

Ford
Ford-t

Landaulet

Landaulet
um carro da Landaulet

Landaulet

Landaulet
um carro da Landaulet

mitsubishi

mitsubishi
um carro da mitsubishi

Jaguar

Jaguar
Foto de um carro da Jaguar

Fiat

Fiat
Foto do Siena

Peogeot

Peogeot
Peogeot 206

Hyudai

Hyudai
Foto de um carro da Hyudai

Honda

Honda
Honda Civic

Chevrolet

Chevrolet
Foto de um Celta

Bugatti

Bugatti
foto da Bugatti EB 16-4 Veyron

Bugatti Veyron.

Bugatti Veyron.
Foto do Bugatti Veyron.

VW

VW
Carros da VW

BMW

BMW
Foto da BMW m6

Renault

Renault
Foto de um carro da Renault

Renault

Renault
Foto da policia portuguesa

Renault

Renault
Bandeira da Renault

Chrysler

Chrysler
Foto do carrro da Chrysler

Chrysler

Chrysler
Foto do carro da Chrysler

Lamborghini

Lamborghini
Lamborghini Gallardo Superleggera

Lamborghini

Lamborghini
Foto da Lamborghini Reventon

Lamborghini

Lamborghini
Foto da Lamborghini Reventon

Lamborghini

Lamborghini
Foto da lamborghini Murcielago

Lamborghini

Lamborghini
Foto da lamborghini da policia

Lamborghini

Lamborghini
Foto da lamborghini gallardo

Seat

SEAT (abreaviação de Sociedad Española de Automóviles de Turismo) é uma das principais fabricantes de automóveis da Espanha. A companhia foi fundada em 1950, por iniciativa da estatal Instituto Nacional de Industria (INI) para incentivar a venda de carros na Espanha do pós-guerra. História:
O primeiro modelo a ser fabricado foi o SEAT 1400modelo bastante fraco, em 1953, que possuia uma ampla gama de versões. Parou de ser fabricado em 1963, com a versão C, e foi substituído pelo SEAT 1500. Depois, surgiria o SEAT 600, com as versões N, D, E, L Especial. Logo em seguido veio o SEAT 800 sendo considerado o modelo mais significativo da marca por ter conseguido grande aceitação na classe média espanhola. Sua produção começou em 1957 e terminou no meio de 1973. O modelo SEAT 1500 foi símbolo de luxo da Espanha nos anos 60. Em 1966, surge o SEAT 850, criado na Itália como um "600 melhorado", que foi largamente vendido. Na Espanha foi comercializado com uma versão 4 portas até então inédita, primeiro na versão "Corto" e depois na versão "Largo", muito mais espaçoso e conversível. O carro SEAT 124 é trazido da Itália em 1968, e foi considerado "O Carro da Europa" do ano e foi um marco na história da SEAT. Seu motor com 1197 cm³, 60 CV e 140 km/h de velocidade máxima transformaram o veículo em um carro de primeira linha. Tal êxito fez com que fosse produzido por 12 anos consecutivos, nas duas versões principais: farol redondo 68-75 e farol quadrado "Pamplona" 75-80. Este modelo serviu de base para modelos como o SEAT 1430, de 1969. Seu motor de 1438 cm³ obtinha 70 CV de potência. Em 1973, a SEAT lança os motores "duas árvores", tornando-se famosos e lembrados até hoje. Tais motores eram de dois modelos: o 1600 e o 1800, e foram lançados para substituir o motor do 1500. Posteriormente chegariam outras versões 2000. Em 1972, a SEAT teve outro momento glorioso: a chegada do modelo SEAT 127 (1972-1984), fabricado em três versões diferentes, sendo que uma delas, o Fura, teve uma versão "Crono" de grande rendimento. Entretanto, diferente do que era vendido na Itália, a versão 127 contou com um modelo 4 portas para os outros países, desenhado na Espanha e largamente exportado. Em 1974, um ano antes do fim da produção dos 850 e 600, é lançado o SEAT 133, modelo talvez atrasado para o seu lançamento, mas que mesmo assim não foi mal-sucedido. Em 1975 é lançado o SEAT 131 em substituição ao modelo 1430, sendo produzido até 1984 e teve boa vendagem. Quatro anos depois é lançado o Ritmo, de design arrojado e que foi substituído em 1982 pelo Ronda. Os modelos 1200 Sport e logo depois Sport 1430 surgiram em 1976; são modelos esportivos baseados no 127 e parte mecânica 124, criados na Espanha pela Inducar, e que foram prejudicadas com a chegada dos 128. Chega a década de 80, e com ela o Panda, modelo de grande sucesso e que depois veio com o nome de Marbella. Conseguiu estender seu sucesso até 1997. Hoje:
A SEAT dispõe de fábricas de produção em Barcelona e em Martorell. A fábrica da Martorell é tida como uma das mais modernas de toda a Europa e foi construída no início da década de 90, sendo inaugurada pelo Rei Juan Carlos I em 1993. Em 2002, saíram das fábricas mais de 450.000 carros. Em 1976, em Landaben, Navarra, começou a produção renovada do 124, em que as ações do Estado foram adquiridas pela SEAT. Hoje, esta fábrica produz carros da Volks, independente do Grupo SEAT.
Possui empresas de venda e concessionárias em mais de 70 países. O número de empregados é da ordem de 11.615. Dispõe de um centro próprio de desenvolvimento em tecnologia, com 1.250 pessoas empregadas.
A empresa faz seu próprio design, porém ainda pautado nos modelos da Volks. No âmbito de estratégia de marketing e posicionamento da marca, a empresa faz parte do conjunto Audi, ao lado da própria Audi e da Lamborghini, sendo que todas fazem parte do Grupo Volkswagen.
A SEAT atualmente não está mais exportando para o Brasil, não tendo concessionárias que vendem seu automóveis no Brasil, porém os serviços de pós-venda são feitos nas concessionárias Volkswagen, que possuem estoques de peças SEAT e podem atender aos proprietários de Cordoba e Ibiza. Modelos atuais
Seat Alhambra
Seat Altea
Seat Córdoba
Seat Ibiza
Seat León
Seat Toledo

Modelos antigos
600
850
1200
1400
1430
1500
124
127
128
131
132
133
Arosa
Fura
Inca
Trans
Málaga
Marbella
Panda
Ritmo
Ronda
Terra

Mitsubishi

O Grupo Mitsubishi é um conglomerado japonês constituído por uma série de empresas autónomas que partilham a marca Mitsubishi.
A primeira empresa da Mitsubishi, era uma empresa criada pela navegação Yataro Iwasaki (1834 -1885) em 1870. Em 1873, o nome foi mudado para Mitsubishi Shokai. O nome Mitsubishi tem duas partes: "mitsu" significa "três" e "bishi" significa "água caltrop" (também chamados de "água castanha"), e, consequentemente, "rhombus", o que se reflecte no logótipo da empresa. Também é traduzido como "três diamantes".A empresa Começou com o carvão em 1881 através da aquisição da mina Takashima, utilizando a produzir combustível para as suas extensas frotas. Eles também diversificavam em construção naval, bancos, seguros, armazenamento e comércio. Posteriormente a diversificação procedeu à organização em sectores tais como papel, aço, vidro, equipamentos eléctricos, aeronaves, óleo e imobiliário. A Mitsubishi construiu um amplo conglomerado, que desempenhou um papel central na modernização da indústria japonesa.
A frota mercante entrou num período de diversificação que acabaria por resultar na criação de três entidades:
Mitsubishi Bank (hoje uma parte da Mitsubishi UFJ Financial Group) foi fundada em 1919. Após a sua fusão com o Banco de Tóquio, em 1996, e UFJ Holdings, em 2004, este tornou-se o maior banco do Japão.
Mitsubishi Corporation, fundada em 1950, a maior empresa de comerciao geral do Japão.
Mitsubishi Heavy Industries, que inclui essas empresas industriais.
► A Mitsubishi Motors, o 6 º maior construtor automóvel japonês.► A Mitsubishi Atomic Industry, uma empresa de potência nuclear.► A Mitsubishi Chemical, a maior empresa química japonesa.A Mitsubishi participou no crescimento económico do Japão sem precedentes da década de 1950 e 1960. Por exemplo, no Japão modernizou a energia e materiais indústrias, as empresas Mitsubishi criadas: Mitsubishi Petroquímica, Mitsubishi Atomic Power Industries, Mitsubishi GPL, Mitsubishi e Desenvolvimento Petrolífero.
A tradicional ênfase da Mitsubishi no desenvolvimento tecnológico esteve em novos empreendimentos em áreas como desenvolvimento espacial, a aviação, desenvolvimento oceânica, comunicações de dados, computadores e semicondutores. A Mitsubishi empresas também estavam activa em bens de consumo e serviços.
A partir de 2007, a Mitsubishi Corporation, um membro do Grupo Mitsubishi, é a maior empresa comercial geral (sogo shosha), com mais de 200 bases de operações em cerca de 80 países a nível mundial. Juntamente com as suas mais de 500 empresas do grupo. A Mitsubishi emprega uma multinacional de cerca de 54000 pessoas. A Mitsubishi tem sido desde há muito envolvida em negócios com clientes em todo o mundo em muitas indústrias, incluindo a energia, metais, máquinas, produtos químicos, alimentos e geral merchandise. Empresas:
3 Diamonds Seafood Co.
Asahi Glass Co.
The Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ, Ltd.
Kirin Brewery Co., Ltd.
Meiji Yasuda Life Insurance Company
Mitsubishi Agricultural Machinery
Mitsubishi Aluminum Co., Ltd.
Mitsubishi Cable Industries, Ltd.
Mitsubishi Chemical Corporation
Mitsubishi Corporation
Mitsubishi Electric Corporation
Mitsubishi Estate Co., Ltd.
Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corporation
Mitsubishi Gas Chemical Company, Inc.
Mitsubishi Heavy Industries, Ltd.
Mitsubishi Kakoki Kaisha, Ltd.
Mitsubishi Imaging, Inc.
Mitsubishi Logistics Corporation
Mitsubishi Materials Corporation
Mitsubishi Motors
Mitsubishi Paper Mills, Ltd.
Mitsubishi Plastics, Inc.
Mitsubishi Rayon Co., Ltd.
Mitsubishi Research Institute, Inc.
Mitsubishi Shindoh Co., Ltd.
Mitsubishi Steel Mfg. Co., Ltd.
Mitsubishi UFJ Trust and Banking Corporation
Nikon Corporation
Nippon Oil Corporation
NYK Line
P.S. Mitsubishi Construction Co., Ltd.
Tokio Marine & Nichido Fire Insurance Co., Ltd.

Landaulet

Landaulet Study, um automóvel que poderia até passar por uma simples limusine, não fosse a sua principal novidade: a possibilidade de se transformar em um carro aberto ou fechado.
Seria injustiça compará-lo com um modelo “Targa exclusivo aos passageiros”, mas é mais ou menos isso que ocorre. Para fazer a “metamorfose”, o Maybach precisa de apenas 20 s e de um motor elétrico exclusivo.A plataforma do Landaulet é a mesma do Maybach 62 S, uma limusine de sucesso no segmento de ultraluxo. Como o principal foco deste modelo é levar bem-estar aos passageiros, a Maybach aplicou, além do teto exclusivo, poltronas (chamar de assento é covardia) reclináveis e à prova d’água.
O visual externo do Maybach é coberto de “status” e luxo. As rodas de 20” são desenhadas pelo estúdio da marca, os pneus são 275/45 R20, fornecidos exclusivamente para o modelo, e as lanternas traseiras mesclam vermelho sangue com frisos brancos.
No interior o fabricante adotou a linha preto e branca. O entretenimento fica à altura da família Maybach: aparelho de DVD, disqueteira para seis CDs, frigobar, abridor de garrafas automático, porta-taça e tudo que é necessário para tornar o passeio uma lua-de-mel.Para carregar tudo isso sem fazer feio, o Maybach Landaulet Study usa um potente motor V12 de exatos 5.980 cm³ desenvolvido pela Mercedes-AMG.
Esta configuração é a mesma utilizada pelos modelos Maybach 57 S e Maybach 62 S. Com duas turbinas, ele desenvolve 620 cv de potência máxima entre 4.800 e 5.100 rpm e oferece um torque de 101 kgm emtre 2.000 e 4000 rpm.

Pagani

A Pagani Auto é uma empresa já habituada a construir carros nervosos, como o Zonda F, mas, acredite você ou não, os clientes queriam um carro ainda mais forte, com bom desempenho em pistas. Foi para eles que a empresa italiana, fundada pelo argentino Horacio Pagani, criou o novo Zonda R, apresentado no último Salão de Genebra.
E não se pode dizer que o Zonda F não seja um carro forte. Ele completa os 20,8 km do mítico circuito de Nürburgring, na Alemanha, o chamado “Inferno Verde”, em meros 7:32 e atinge forças de aceleração lateral de 1,5 G. Só que os proprietários das 25 unidades vendidas até hoje deviam se aborrecer com o fato de ele ser um carro dócil, como, aliás, são todos os carros da Mercerdes-Benz, que fornece os motores à marca.
A solução foi criar um carro com entreeixos 47 mm maior (chega agora a 2,78 m, contra 2,73 m do F), comprimento total de 3.94 m e o máximo de sustentação negativa que o carro pudesse ter. Além disso, a bitola também cresceu 50 mm, para aumentar ainda mais a estabilidade em curvas.Para o coração do carro, foi escolhido o mesmo motor que equipa o CLK GTR, um dos carros mais extremos já construídos pela Mercedes-Benz, usado em competições e feito em série limitadíssima. Com 750 cv a 8.000 rpm, é fácil entender o porquê! Comandado por um novo câmbio seqüencial de seis marchas, o carro tem monocoque de fibra de carbono, como o a.d. Tramontana (leia mais sobre esse carro aqui) e um tanque de combustível com quatro bombas aeronáuticas, para alimentar a sede do motorzão.
O primeiro carro da série ficará com a fábrica, em uma sala feita de fibra de carbono, titânio e avional, com som ambiente do motor do carrão gritando alto em Nürburgring e Le Mans.

Kia motors

A Kia Motors Company é uma das grandes indústrias da Coréia do Sul e uma das maiores do mundo no setor automobilístico. A empresa sul-coreana Kia foi fundada em 1944 com o propósito de construir rodas para bicicletas. A fábrica ficou instalada em Seul. História
Durante a Guerra da Coreia, que decorreu entre 1950 e 1953, a Kia mudou as instalações para a cidade portuária de Pusan, no sul do país, tendo passado a designar-se Indústrias Kia. Nesta altura, mais concretamente em 1952, começou a fabricar bicicletas, chamadas Samcholli. Após o fim da guerra a Kia montou outra fábrica, na localidade de Shiheung, para poder dar vazão às encomendas de bicicletas.
A empresa foi crescendo e em 1961 lançou um motor para motorizadas tipo scooter. No ano seguinte criou um pequeno veículo comercial de três rodas. Na década de 70, a Kia estabeleceu-se como construtora de viaturas, tendo começado com os camiões Titan e Boxer. Dado o crescimento da empresa, em 1973 foi construída uma nova fábrica em Sohari, criada de raiz para a concepção de viaturas motorizadas. Logo nesse ano a fábrica começou a produzir motores a gasolina.
Em 1974 a Kia apresentou o seu primeiro carro de passageiros, chamado Brisa. Dois anos depois a empresa comprou a Asia Motors, uma construtora de veículos comerciais. 1978 foi o ano em que a Kia começou a construir motores a diesel. Nesta altura a marca coreana já tinha ganho uma boa reputação internacional, o que lhe permitiu ser escolhida em 1979 para fabricar para o mercado nacional os Peugeot 604 e os Fiat 132. No entanto, no início da década de 80 a marca entrou em declínio e passou por um processo de reestruturação. Assim, durante a primeira metade da década de 80, apostou essencialmente na produção de viaturas comerciais, entre as quais se destacavam os modelos de camiões e carrinhas Bongo.
Os japoneses da Mazda e da C. Itoh investiram na Kia em 1983 e a norte-americana Ford em 1986, permitindo à marca coreana apostar na pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Dessa forma, no final da década surgiram modelos como o Conord e o Capital. Em 1990 a marca adoptou o seu corrente nome, Kia Motors, e inaugurou uma nova fábrica que lhe permitiu duplicar a produção e atingir os 700 mil veículos por ano. Em 1991 a Kia lançou-se no mercado internacional com os modelos Sephia e Sportage, este último com características de todo-o-terreno.
O 50.º aniversário da marca foi assinalado em 1994 com a mudança de nome para Kia Motors Corporation e com o lançamento do primeiro motor coreano de 16 válvulas a gasolina. Em Julho desse mesmo ano, a Kia começou a ser comercializada em Portugal. Em 1995 começou a produzir carros Sephia na Europa e dois anos depois lançou de uma vez três modelos novos: o Carnival, (primeira minicarrinha coreana), o desportivo Shuma e uma série de camiões.
Entre 1997 e 1998 a Kia esteve perto da bancarrota, mas acabou por ser adquirida em 1999 pela Hyundai, outra marca sul-coreana. Entretanto, em 1998 tinha lançado o Kia Carnival, um monovolume de grande porte que fez bastante sucesso em Portugal a partir de 2000. BRASIL
No Brasil a Kia Motors está desde 1991, é Representada por José Luis Gandini, tem sua sede em Itu - SP e o pátio onde os veículos recebidos da Coréia e distribuídos para as concessionárias fica localizado em Vitória - ES. Modelos
Clarus/Credos
Morning/Picanto
Opirus/Amanti
Optima/Optima-Regal/Magentis
Optima/Magentis/Lotze
Rio/Pride
Rio (Cinco/RX-V)
Rio SF/Rio
Sephia/Mentor(New)
Sephia/Spectra/Shuma
Spectra
Spectra/Cerato
Visto (versão do Hyundai Atos/Santro)
cee'd (apresentado no Mondial de l'Automobile 2006)
Sportage
Carens
Sorento
Carnival/Sedona
Magentis
Kia Bongo

SSC Ultimate Aero Twin Turbo

O carro mais Rápido do mundo: Extra oficialmente acabou o reinado do Bugatti Veyron como o carro fabricado em série mais veloz do mundo.No entanto a velocidade de 413,83 km/h (257, 11 milhas por hora) dá ao SSC Ultimate Aero Twin Turbo o título.A proeza foi realizada em uma estrada da cidade de West Richland, no estado de Washington, nos EUA. Duas pistas foram fechadas ao público para a realização do feito. Foram três passagens medidas, e logo na primeira o Aero TT cravou o recorde. Nas outras duas medições ele passou 409 km/h e 411 km/h, ambas com boa vantagem sobre os 407 km/h do Veyron 16.4.O supercarro americano fabricado pela Shelby SuperCars, conta com motor Chevrolet V8 biturbo de 6.3 litros, derivado do Corvette C5R. Ele desenvolve nada menos que 1 196 cv de potência e estúpidos 132 kgfm de torque, o que o levou ao recorde e a ser um dos carros mais rápidos do mundo também: leva 2s8 para ir da imobilidade aos 100 km/h. Os engenheiros ainda acreditam que ele possa superar os 430 km/h, indo a 436 km/h em condições climáticas mais propícias, porém, com o resultado de hoje ele já pode ser considerado uma lenda de seu tempo.A SSC colocou seu modelo, o Ultimate Aero TT (Twin Turbo), no livro Guinness dos recordes. Com um motor V8 de fabricação própria, dois turbos e 6.345 cm³, que rende exatos 1.199 cv e 151,3 kgm de torque, o modelo, que pesa meros 1.247 kg e tem coeficiente aerodinâmico de 0,357, chegou à máxima de 413,83 km/h, ainda distante dos 439 km/h de máxima estimada, mas suficiente para colocar o Ultimate Aero TT no topo da lista.
Mesmo com este feito, o critério do Guinness não é a velocidade mais alta do teste, mas sim a média. O carro tem de registrar duas passadas em uma mesma pista no período de uma hora. Isso é feito para evitar que vento a favor influencie, por exemplo. Como a segunda passada do Ultimate Aero TT foi de 409,71 km/h, o recorde ficou em 411,76 km/h.Com isso, o Koenigsegg CCR, antigo detentor oficial do recorde, comeu uma poeira de 22,9 km/h. Sua marca foi de 388,87 km/h. A máxima do Veyron, não oficial, é estimada em 407 km/h.
A velocidade máxima de 439 km/h foi a indicada como possível em testes de túnel de vento realizados pela SSC no laboratório da NASA em Langley, no estado de Virginia. O que parece ter segurado o carro foi a pista escolhida para a quebra do recorde: um trecho de duas vias recentemente pavimentado da Highway 221, em Washington, com um “S” bem no meio do caminho.
Para quebrar o recorde, o “S” teve de ser vencido pelo piloto Chuck Bigelow a 338 km/h! Isso para que ele pudesse aproveitar a reta de apenas 2,4 km que havia depois. A primeira tentativa de quebra de recorde do Ultimate Aero, em uma reta de 12 milhas (19,3 km) da Highway 93, em Elko County, no estado norte-americano de Nevada, foi frustrada por uma nevasca.
Segundo Bigelow, “se houvesse mais pista reta para acelerar, a velocidade máxima seria consideravelmente maior”. A falta de um espaço adequado para os testes é apontada como um dos principais obstáculos à quebra de recorde. “Qualquer um que queira desafiar a marca do Ultimate Aero TT terá de enfrentar as toneladas de força que o carro ainda tem disponíveis”, arrematou o piloto.
SSC significa Shelby Super Cars. Apesar do nome, o fundador da empresa, Jerod Shelby, não é parente em nenhum grau conhecido do famoso piloto texano Carroll Shelby, mas também quer reforçar o nome no hall da fama automotiva. “Isso é um sonho que se realiza! Todo mundo trabalhou tão duro em testar, desenhar e construir o Ultimate Aero que conseguir esse recorde é incrível.” O esforço para isso, gasto na construção e desenvolvimento do Aero TT, já levava sete anos. Também, com uma missão como a dele, não se poderia esperar nada menos.
“O que torna tudo mais legal é o fato de uma pequena empresa privada conseguir fazer o que companhias muito maiores não conseguiram com orçamentos estratosféricos”, alfinetou Shelby.
Quem tiver o privilégio de ser dono de um SSC tem, segundo a fábrica, um carro que é dócil o suficiente para ser conduzido em situações corriqueiras, apesar de ter sido feito para andar o tempo todo com o ponteiro do conta-giros colado na linha vermelha. Com bancos Recaro de veludo, um sistema de som de alta fidelidade, com dez falantes, DVD e navegador, o Aero TT tem a pretensão de oferecer algum conforto a seu proprietário. Como com a suspensão que pode ser elevada em quase 10 cm, por um comando no interior do carro, para permitir que ele ande por estradas desniveladas.
A melhor parte do supercarro é seu preço: US$ 654,5 mil, coisa de R$ 1,36 milhão, sem o peso dos impostos. Comparado ao Veyron, o carro mais caro do mundo (US$ 1,25 milhão, ou R$ 2,6 milhões), é uma pechincha. A ruim é volume de produção. Nos próximos dois anos, serão feitas só 24 unidades, apenas uma por mês, como o a.d. Tramontana. Mal de carro forte.
1-Bugatti Veyron Pur Sang - Valor: US$ 2 milhões
2-Landaulet - Valor: US$ 1,35 milhões
3-Ferrari Enzo - Valor: US$ 1 milhão
4-Pagani Zonda Roadster F C12S 7.3 Clubsport - Valor: US$ 667.320
5-SSC Ultimate Aero - Valor: US$ 654.500
6-Le Blanc Mirabeau - Valor: US$ 645.100 (aguarde)
7-Saleen S7 Twin Turbo - Valor: US$ 637.723 ( aguarde)
8-Koenigsegg CCR - Valor: US$ 545.568 (aguarde)
9-Mercedes-Benz SLR McLaren - Valor: US$ 452.750 (aguarde)
10-Maybach 62 - Valor: US$ 448.153 (aguarde)

Bugatti

Bugatti é uma marca de automóveis fundada por Ettore Bugatti em 1909, com sede na cidade francesa de Molsheim, na Alsácia. Depois de muitos altos e baixos, ela passou para o controle italiano em 1991, com sede em Modena, onde foram montadas várias unidades do modelo EB 110. Mas a aventura durou pouco e logo a marca entrou em falência. Em 1998 os direitos sobre a Bugatti foram adquiridos pelo Grupo Volkswagen, que por enquanto só introduziu a produção em série de um modelo: o Bugatti Veyron.
Especula-se que o próximo modelo da marca terá quatro lugares, usará uma plataforma exclusiva e usará o motor do Veyron, mas posicionado na dianteira.
Um de seus modelos, o T35 (Tipo 35), iniciado em 1924, é considerado o maior vencedor de corridas de todos os tempos, atribuindo-se-lhe 1850 vitórias em competições.Bugatti EB 16-4 Veyron, produzido pela Bugatti, é sem dúvida um dos carros mais extraordinários de nosso tempo. Conta com um motor Quad Turbo W16, com inimagináveis 1001 hp a 6000 rpm. De acordo com a montadora, pode fazer 0-100km/h em apenas 2 segundos.No dia 19 de maio de 2005, o Bugatti Veyron quebrou o recorde de velocidade para carros produzidos em linha com 407,92 km/h, superando o Koenigsegg Ccr que alcança 388 km/h. No dia 14 de setembro de 2007 o Ultimate Aero Twin Turbo, da Shelby Super Cars (SSC) estabeleceu novo recorde, com 411,76 km/h na média de duas passagens (413,83 km/h na primeira e 409,71 km/h na segunda).
A 399 km/h, em que cerca de 111 metros são percorridos em 1 segundo, o volante trabalha sem qualquer assistência; o motor está se aproximando de 6500 rpm em sétima marcha e a pressão dos pneus sobe de 3 para 3,5 bar em 15 segundos. "Aumentar a velocidade máxima em 1 km/h iria requerer 7 cavalos nesse ponto", afirma Wolfgang Schreiber, diretor técnico da engenharia da Bugatti.
Para chegar aos 400, o motorista gira a chamada "chave de velocidade", comando localizado entre o assento e a soleira. No módulo "velocidade", a asa traseira e o spoiler sobre ela se retraem quase por completo, os painéis do difusor dianteiro se fecham, a altura de rodagem cai para 65 milímetros na frente e 70 atrás e o coeficiente Cx diminui de 0,37 para 0,36. Nessa configuração, a resistência de arrasto está no seu mínimo absoluto - mas a pressão gravitacional também. Na frente não há qualquer elevação e na traseira há meros 40 quilos sobre a asa. No módulo "dirigibilidade", que vale para até 376 km/h, os números correspondentes são 150 quilos no eixo dianteiro e 200 no eixo traseiro.
O Veyron vai da imobilidade a 99 km/h em 2,5 segundos, exatamente o mesmo tempo alcançado pela Yamaha de Valentino Rossi. Ele atinge 200 km/h em 7,3 segundos. Leva 16,5 segundos para ir de zero a 301 km/h, e para chegar aos 407 km/h ele faz em 24 segundos.Seu motor 8.0 de 16 cilindros em W é sobrealimentado por quatro turbinas e conta com quatro comandos de válvulas variáveis. Ao todo, são 64 válvulas, sendo 4 por cilindro. Toda essa usina de força é instalada na parte central do carro, bem atrás do banco do motorista. Ela gera algo em torno dos 3000 cv de potência, mas apenas 1000 são distribuídos pelas quatro rodas. 1000 deles são tragados pelo sistema de refrigeração e 1000 evaporam pelo aparato de exaustão. Toda essa sofisticação traduz-se em 1001 cavalos de potência e o monumental torque de 127,1 Mkgf, atingidos entre 2.200 RPM e 5.500 RPM. O desempenho inacreditável é digno de um verdadeiro dragster. Segundo a Bugatti, o EB 16-4 acelera de 0 a 300 km/h em apenas 16,5 segundos e foi homologado como tendo atingido 406,7 km/h. Também destacam-se as impressionantes rodas, que juntas são avaliadas em 50 000 euros, são cromadas e de 20 polegadas, montadas em pneus 265/30R 20 na frente e 365/30R 20 atrás.
O Bugatti Veyron custa cerca de 1 milhão de euros,com isso foi considerado o carro mais caro, produzido em uma linha de montagem. E só para ter o direito de fazer a encomenda, o futuro proprietário deverá desembolsar a quantia aproximada de300.000 euros, cerca de R$ 1 milhão de reais. Desde o início, o carro foi projetado para unir o futuroà tradição da companhia. O detalhe bicolor foi especialmente escolhido para dar um toque deesportividade ao Veyron. O interior é um mundo à parte e proporciona ambiente luxuoso, com direito acouro Alcântara, e esportivo ao mesmo tempo, além de priorizar a qualidade do sistema de som. Até agoraforam trazidas à realidade 11 unidades. O ritmo de fabricação deve estacionar em 50 pedidos anuais,não chegando a 300 exemplares no total.
A Koenigsegg, que fabrica o CCR, modelo mais rápido antes do Veyron, agora trabalha no modelo CCX, que promete voltar a ser o carro de série mais rápido do mundo.No Salão de Genebra de 2008 a Bugatti apresentou a série especial Bugatti Veyron Fbg par Hermès, desenvolvida em conjunto com a marca de acessório de luxo Hermès[1]. O modelo tem interior diferenciado mas preserva as especificações técnicas do modelo original.Em maio de 2008 a Bugatti apresentou a série especial Bugatti Veyron Sang Noir, com pintura preta, interior alaranjado e alguns ítens de acabamento personalizados[2].

Renault

A Renault S.A. (pronuncia-se Renô) é uma fabricante francês de veículos que produz desde automóveis pequenos e médios, vans (furgões), ônibus (autocarros) e caminhões (camiões). É conhecida pelos protótipos que desenvolve, como o Renault 16 ou os monovolumes Twingo, Scénic e Espace. Actualmente é o fabricante de automóveis com os melhores resultados nos testes de colisão (crash tests) conduzidos pela EuroNCAP na Europa.O grupo Renault foi fundado em 1898 pelo industrial francês Louis Renault e seus irmãos Marcel e Fernand, pioneiros da indústria automobilística e introdutores do taylorismo como forma de organização do trabalho na França. Os irmãos rapidamente perceberam a publicidade que poderiam atrair pela participação dos seus veículos em competições automobilísticas, e alcançaram rápido sucesso e reconhecimento nas primeiras corridas de cidade a cidade na França. Tanto Louis quanto Marcel Renault competiram com modelos de sua fábrica, porém Marcel morreu em um acidente de carro durante uma corrida de Paris a Madrid em 1903. Apesar de Louis Renault não mais ter competido após isso, sua empresa continuou envolvida em competições incluindo a vitória de um Renault modelo AK 90CV ganhador do primeiro Grande Prêmio (Grand Prix) em 1906.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Renault fabricou munição, aviões militares e veículos como o tanque de guerra Renault FT-17. Fabricou também veículos especiais para táxi.
No período entre guerras, Louis Renault ampliou o escopo de sua empresa, produzindo máquinas agrícolas e industriais.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as fábricas de Louis Renault trabalharam para a Alemanha nazista. Por causa disto, ele foi preso durante a libertação da França em 1944 e morreu na prisão antes de preparar sua defesa. Seus ativos industriais foram confiscados pelo governo, e as fábricas da Renault se tornaram uma empresa pública (conhecida em francês por Régie Renault).
Entre 1979 e 1987, a Renault teve maioria acionária na empresa American Motors Corporation (AMC), à qual foi vendida à Chrysler em março de 1987.
Em abril de 1986 o governo francês opôs-se à privatização da Renault. Porém, 10 anos depois, em 1996, a empresa foi parcialmente privatizada.
Em 2 de janeiro de 2001, a Renault vendeu sua subdivisão de veículos industriais (Renault Véhicules Industriels) para a Volvo, que a rebatizou de Renault Caminhões em 2002.
A Renault competiu como equipe na Formula 1 entre 1977 e 1985, e novamente do ano de 2002 em diante, sendo bicampeã do mundial de construtores em 2005 e em 2006 e fazendo do piloto Fernando Alonso o bicampeão do mundial de pilotos desse mesmo ano. No período em que não competiu com marca própria (década de 1990) forneceu motores à equipes como a Benetton e a WilliamsF1.O governo da França detém 15,7 % da empresa, porém a Renault é uma empresa privada. Louis Schweitzer foi o executivo-chefe da Renault de 1992 a 2005, quando foi substituído pelo brasileiro Carlos Ghosn, que era até então o CEO da Nissan.
A Renault participa em 44,4% do capital da fabricante japonesa de automóveis Nissan. Juntas, elas formam a Aliança Renault-Nissan (Renault-Nissan Alliance). Outras participações da Renault são na Samsung Motors (Coréia do Sul), na sueca Volvo Trucks e na romena Dacia.
Na América do Sul, a Renault possui fábrica na Argentina desde 1967 (embora seus modelos sejam montados naquele país desde 1960). No Brasil, esteve presente na década de 1960, por meio da norte-americana Willys Overland, que produziu sob licença os modelos Dauphine e Gordini (este, uma versão mais aprimorada do Dauphine) até 1967, ano em que a Willys Overland vendeu suas operações para a Ford brasileira, a qual herdou o "projeto M". Esse projeto, desenvolvido em parceria entre a Renault e a Willys, resultou no lançamento pela Ford em 1968 do Corcel, um automóvel cujo estilo pode ser considerado, grosso modo, uma versão americanizada do Renault 12. Na década de 1990 retorna ao país inicialmente como importadora, e, posteriormente, como fabricante em moderna planta inaugurada na cidade de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, em 1998.Em 8 de dezembro de 2007 foi anunciada uma parceria entre empresas estatais russas e a Renault para revitalizar a AvtoVAZ e a marca Lada. O estado russo, via empresas estatais, e a Renault serão sócios na proporção de 50% para cada em uma sociedade de propósito específico que, por sua vez, deterá pelo menos 50% de participação no capital da AvtoVAZ [1] Modelos recentes:
Avantime (2001–2003)
Renault Clio V6
Clio (1990–)
Espace (1984–)
Fuego (1980–1987)
Kangoo (1999–)
Laguna (1993–)
Logan (2004–)
Mégane (1996–)
Medallion
Modus (2004–)
Safrane (1992–1998)
Scénic (1996–)
Twingo (1992–)
Vel Satis (2001-)
Sandero (2007-)

Chrysler

A Chrysler Corporation era uma fabricante americana de automóveis independente de 1925 a 1998. O primeiro automóvel da marca norte-americana Chrysler, fundada por Walter Percy Chrysler, foi apresentado a 5 de Janeiro de 1924, com a designação de Six. Tratava-se de um automóvel de gama média que apresentava uma série de novidades pouco comuns nesse tipo de viaturas, como um motor de alta-compressão com pistões de alumínio. Walter Chrysler tinha adquirido experiência no ramo automóvel ao trabalhar em cargos de chefia de empresas como a Buick ou a General Motors.
Dois anos depois, a Chrysler entrou no segmento dos carros de luxo com o modelo Imperial E-80, que na altura alcançava as 80 milhas por hora. Em 1928, a Chrysler, que tinha Walter Chrysler como presidente, comprou a Dodge, uma importante empresa de fabrico de motores. Nesse ano começou a produzir os modelos De Soto e Plymouth.

Em 1935 Walter Chrysler demitiu-se da presidência da empresa, numa altura em que esta era já das principais marcas de automóveis norte-americanas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Chrysler forneceu às forças aliadas cerca de meio milhão de caminhões Dodge, assim como tanques Sherman M4, os mais utilizados pelas tropas norte-americanas.
Em 1951 a marca apresentou o motor Hemi V-8, o mais potente destinado a carros de passageiros. Quatro anos mais tarde, o Chrysler 300, equipado com este motor, era o carro de passageiros mais potente do mundo.Em 1957, depois de uma grande expansão interna no pós-guerra, a Chrysler formou uma equipa de operações internacionais sedeada na Suíça para vender os seus modelos na Europa. O ano de 1958 ficou marcado por uma inovação mundial introduzida pela marca, ao disponibilizar nos seus modelos o controlo automático de velocidade. No ano seguinte, lançou um dos primeiros carros compactos da história do automóvel, o Plymouth Valiant.
Em 1983 lançou-se na produção de mini-carrinhas, a Dodge Caravan e a Plymouth Voyager, criando assim um novo segmento de mercado. No ano seguinte, adquiriu parte da Maserati e em 1987 comprou a Lamborghini, ambas marcas italianas de prestígio. É ainda em 1987 que a marca norte-americana volta a entrar no mercado europeu.
Em 1992 apresentou o Dodge Viper, um carro superdesportivo de dois lugares que foi o primeiro da marca a ter origem numa plataforma comum a outros modelos Chrysler. Nesse mesmo ano, lançou uma linha de carros familiares constituída pelo trio Chrysler Concorde, Dodge Intrepid e Eagle Vision.


Quatro anos depois a marca já era vendida em mais de cem países. O modelo mais vendido era o Jeep Cherokee. Nesse ano, a Chrysler foi considerada pela conceituada revista de negócio “Forbes” como a empresa do ano.
A Chrysler e suas subsidiárias tornaram-se parte da alemã DaimlerChrysler depois de ser comprada em 1998 por Daimler Benz.
O nome Chrysler LLC foi adotado após a dissolução da DaimlerChrysler AG em 2007: Em 14 de maio de 2007 foi anunciada a venda da Chrysler para o Cerberus Capital Management, tendo em vista a não-realização das sinergias prevista na época da fusão.[1] Modelos:
Chrysler 180/2 Litre/Centura
Chrysler 300 letter series (1955-1965)
Chrysler 300M (1999-2004)
Chrysler 300C (2005-presente)
Chrysler 300 (1962-1971, 1979, 2005-presente)
Chrysler Airflow (1934-1937)
Chrysler Airstream (1935-1937)
Chrysler Aspen (2007-presente)
Chrysler Avenger (1976-1978)
Chrysler Cirrus (1995-2000)
Chrysler Concorde (1993-2004)
Chrysler Conquest (1987-1989)
Chrysler Cordoba (1975-1983)
Chrysler Crossfire (2004-2006)
Chrysler Daytona (1984-1993, Canadá)
Chrysler Dynasty (1988-1993, Canadá)
Chrysler Fifth Avenue (1984-1989)
Chrysler Horizon (1977-1979, Europa)
Chrysler Imperial (1926-1954, 1990-1993)
Chrysler Imperial Parade Phaeton
Chrysler Intrepid (1993-2004, Canadá)
Chrysler Laser (1984-1986)
Chrysler LeBaron (1977-1995)
Chrysler LHS (1994-1997, 1999-2001)
Chrysler Newport (1941, 1961-1981)
Chrysler Neon (1995-2005)
Chrysler New Yorker (1939-1996)
Chrysler New Yorker Fifth Avenue (1983, 1990-1993)
Chrysler Pacifica (2004-presente)
Chrysler Prowler (2001-2002)
Chrysler PT Cruiser (2001-presente)
Chrysler Royal (1937-1942, 1946-1950)
Chrysler Saratoga (1939-1953, 1957-1960; 1989-1994, Europa)
Chrysler Sebring (1995-presente)
Chrysler Sigma (Rebadged Mitsubishi Galant, Austrália)
Chrysler Stratus (1995-2000, Canada´e Europa)
Chrysler TC by Maserati (1989-1991)
Chrysler Town and Country (1941-1950, 1965-1988, 1990-presente)
Chrysler Turbine Car
Chrysler Valiant
Chrysler Vision (1993-1997, Europa)
Chrysler Voyager (2000-2003; 1988-present, Europa)
Chrysler Windsor (1940-1961)
Chrysler Me four-twelve (2004-2005)

Honda

Honda Motor Company, Limited (本田技研工業株式会社, Honda Giken Kōgyō Kabushiki Kaisha?, Instituto Honda de Pesquisa Tecnológica Compania Limitada) é uma das mais importantes montadoras de automóveis e motocicletas do mundo. Fundada por Soichiro Honda, um jovem sonhador e realizador que desde a infância mostrava-se um visionário de seu tempo. Com isso surgiu o lema: "The power of dreams" (em português, o poder dos sonhos).[1] Embora seja uma empresa sediada no Japão, a Honda exporta seus automóveis para o mundo inteiro.Em 26 de outubro de 1971 começa a funcionar a Honda Motor do Brasil Ltda., responsável pela importação e distribuição dos produtos Honda no País. No ínicio apenas motocicletas, dois anos mais tarde também produtos de força.Em 1974, a Honda adquire um terreno de 1 milhão e 700 mil metros quadrados em Sumaré, no interior do estado de São Paulo, para instalar a fábrica de motocicletas. Um ano depois, o governo vetou a importação de motocicletas, o que forçou a Honda a antecipar seu projeto e construír sua fábrica em "Manaus"(AM). A grande vantagem desta fábrica é a localização na Zona Franca, permitindo importar componentes do Japão com preço competitivo. Tendo Pelé como garoto-propaganda, MATT B IS A POOF começa em setembro de 1976 a produção da Honda CG125, moto urbana de mecanica simples. Em 1977 eram fabricadas 34 mil motocicletas no mercado brasileiro e a Honda já respondia por 79% deste total. Em 1981 foi produzida na fábrica de Manaus a primeira motocicleta a álcool do mundo, uma CG125. Atualmente, segundo a ABRACICLO (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) a Honda produziu no Brasil no ano de 2005 um total de 981.590 motocicletas, o que corresponde a 80,9% da produção brasileira.No ano de 1992 a Honda inicia a importação de automóveis para o Brasil. Inicialmente com a comercialização do modelo Accord e após do Accord Wagon, Civic Sedan, Civic CRX, Prelude e o Civic esportivo hatchback. Com uma boa perspectiva a Honda decide construir uma fábrica de automóveis no terreno que mantinha há mais de 20 anos em Sumaré. Em 3 de junho de 1996 começam as obras da nova fábrica, que foi inaugurada em 06 de outubro de 1997, com capacidade para produzir 15 mil unidades do modelo Civic Sedan por ano. Em 2005, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) foram emplacados 57.039 veículos da marca no Brasil. O plano é continuar expandindo a fábrica de Sumaré até atingir as 100 mil unidades anuais.A Honda disponibiliza uma vasta gama de automoveis. Entre estes os modelos Civic, Prelude, Hr-v, Crx, Cr-v, Nsx, Acord, Element, Integra, Beat e o emblematico S2000 entre outros. A marca japonesa possui ainda os modelos Insight, IMA(integrated motor assist), e o mais recente Hybrid, sendos estes ultimos modelos carros assistidos por motor electrico. Ultimamente, tem se destacado os novos modelos Fit. Trata-se de um modelo mais acessível ao público, sendo que a sua autonomia é grande em relação ao consumo de combustível. Em novembro de 2006 será lançado o modelo Fit a gasolina e à álcool.A Honda ingressa em diversos campeonatos motorizados, nomeadamente na Formula 1, Indy car, Moto GP, SuperSport, Motocross, Trials, MTB, HRC, e ainda Superboats.EDICSONASIMO, Advanced Step In Mobility, é um robô que pode carregar até 1/2 kg (versão 1,30 m) e 10 kg (versão 1,80 m) e que pode fazer tarefas que o ser humano pode como subir escadas, correr, etc. Modelos:
Acty
Accord
Airwave
Ascot
Ballade
Beat
Biz
NXR 150 Bros
City
Civic
Civic SI
CR-X
CR-X del Sol
Civic Hybrid
Concerto
CR-V
Dream
Domani
Edix
Element
EV Plus
FCX
FR-V
Fit
Fit Aria
HR-V
HSC
Insight
Inspire
Integra
Jazz / Fit
Legend
Life Dunk
Logo
Mobilio
Mobilio Spike
MDX
NSX
Honda NX4 FALCON
Odyssey
Orthia
Partner Van
Passport
Pilot
Prelude
Ridgeline
S2000
StepWGN
Stream
That's
Titan
Today
Twister
Vamoz
XR 250 Tornado
Honda Z
ZEST
Honda XL 250 XLX 250R
Honda XLX 350R

Toyota

Toyota Motor Corp. (TMC) (Em Japonês: トヨタ自動車株式会社) é uma empresa produtora de automóveis, no Japão, com sede na cidade de Toyota, província de Aichi. Além da marca Toyota, é proprietária das marcas Lexus, Scion e Daihatsu.A nome original da família era Toyoda, mudado posteriormente por questões de facilidade na pronuncia do nome passando a se chamar Toyota. As origens da empresa remontam à criação de uma secção dedicada à produção de automóveis na já existente empresa voltada à fabricação de teares automáticos chamada Toyoda Automatic Loom, em setembro de 1933. Pouco depois, esta secção da empresa produzia o primeiro motor, um seis-cilindros em linha de 3,4 litros, com o nome de tipo A, em setembro de 1934, usado para produzir o protótipo do primeiro automóvel de passageiros, o modelo A1, concluído em maio de 1935 e o utilitário de modelo G1, em Agosto de 1935. Em 1936 iniciou-se a produção dos modelos de passageiros AA.
Com o lucro recorde de 2006, a Toyota esteve muito perto de superar a norte-americana GM, se tornando a maior fabricante de automóveis do mundo. No mês de maio de 2007 foi considerada a maior fabricante de automóveis do mundo, e superou a antiga rival norte-americana GM.
Ainda que a companhia seja hoje mais conhecida pelos carros que produz, continua ainda no negócio da produção de têxteis.

Hyundai

A Hyundai - do coreano Hyeondae (ou 현대) que significa "tempos modernos" - é uma marca sul-coreana de automóveis, fundada em 1946. Começou a construir viaturasmas somente dois anos depois, em 1948, na época tinha um acordo com a empresa norte-americana Ford para produzir carros desta marca apenas para o mercado interno.
Só em 1974 foi construído o primeiro carro da marca Hyundai, desenhado e concebido em exclusivo pela marca, o pequeno modelo Pony, que foi apresentado nesse ano no Salão Automóvel de Turim, na Itália. Contudo, o Pony utilizava tecnologia dos japoneses da Mitsubishi, como o motor, a transmissão e a suspensão. O modelo foi desenhado pelos estúdios de design italianos da Giugiaro. Em 1976 a Hyundai exportou o seu primeiro carro, precisamente um Pony. Seis anos depois, o Pony II foi apresentado, já com uma linha mais moderna, e em 1984 atingiu um total de 500 mil viaturas produzidas. Nesse mesmo ano foi apresentado o modelo Stella.
No ano seguinte a Hyundai estabeleceu-se também nos EUA, na mesma altura em que foi lançado o Excel e em que foi inaugurada uma nova fábrica na Coreia do Sul, capaz de produzir 300 mil viaturas por ano. No ano seguinte a Hyundai atingiu o total de um milhão de carros produzidos e apresentou um modelo de luxo, o Grandeur. Em 1987 lançou-se no mercado dos mini-autocarros e dos caminhões. Em 1989 montou uma fábrica destinada a construir motores V6 e no ano seguinte lançou o coupé esportivo Scoupe e o luxuoso Sonata.
Em 1991 apresentou o primeiro motor de fabrição própria, nomeado Alpha, para três anos mais tarde lançar outro propulsor, este com o nome de Beta. Ainda em 1994 lançou o modelo Accent, com motor Alpha, que viria a ser um grande sucesso de vendas. No entanto, a associação com a Mitsubishi manteve-se e esta marca fornecia motores para os modelos Elantra e Sonata, de maiores dimensões.
Em fase de grande expansão, a Hyundai apresentou em 1996 dois novos modelos, o esportivo Tiburon e o Sonata III, tendo ainda lançado o Dynasty, um carro de luxo.
Entretanto, a crise económica vivida em 1998 levou a que surgissem diversas fusões na Coreia do Sul e a Hyundai comprou a Kia em Novembro desse ano. No entanto, sempre manteve diferenças a nível de modelos entre as duas marcas.
A Hyundai foi patrocinadora da Copa do Mundo de 2006.
No ano de 2007 a Hyundai lança o i30 o salão de Frankfurt. Modelos:
Atos/Atoz
Getz/Click/TB
Accent/Verna
Elantra/Avante
Matrix/Lavita
Coupe/Tiburon/Tuscani
Sonata
Grandeur/Azera
Equus/Centennial
Tucson/JM
Santa Fe
Terracan
Veracruz
H-1/Starex/Libero
H-100/Grace/Porter
Trajet/Trajet XG

Peugeot

Peugeot é uma marca francesa, produtora de carros, atualmente pertencente ao Grupo PSA Peugeot Citröen. A marca remonta ao século XIX, altura em que produzia bicicletas. Modelos:
104 - 106 - 107
201 - 202 - 203 - 204 - 205 - 206 - 206 Escapade - 207
301 - 302 - 304 - 305 - 306 - 307 - 308
401 - 402 - 403 - 404 - 405 - 406 - 407
504 - 505
601 - 604 - 605 - 607
806 - 807
905 - 907
1007
4002
Peugeot 207
Peugeot 207 Rcup
peugeot 308
Peugeot 308 coupe
Peugeot 308 SW

Volkswagen

Volkswagen, ou simplesmente Volks (pronuncia-se "folks", traduzido "carro do povo"), é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Wolfsburg, Alemanha.
O Grupo Volkswagen, além da marca Volkswagen, é também proprietário das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Seat, Skoda, Aston Martin e Volkswagen Caminhões e recentemente acionista controladora da Scania.[1]
Recentemente, a Porsche tornou-se o principal acionista da VW, ultrapassando o até então maior acionista, o governo do estado alemão da Baixa Saxônia.A origem da empresa remonta à longínqua década de 1930 na Alemanha nazista, e ao projeto de construção do automóvel que ficaria conhecido no Brasil como "Fusca", em Portugal como "Carocha", na Alemanha como "Käfer" e nos Estados Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha, como "Beetle". O desejo de Adolf Hitler era o de um automóvel barato, e que qualquer pessoa pudesse comprá-lo através de um sistema de poupança voltado para sua aquisição. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi Ferdinand Porsche (1875-1952), apesar de grande parte de seu desenho ter sido inspirado nos carros desenvolvidos por Hans Ledwinka para a empresa Tatra.
Cerca de 336 mil pessoas pagaram pelo modelo, e protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português, "força através da alegria", um dos lemas do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista), surgiram a partir de 1936, sendo os primeiros modelos produzidos em Stuttgart. O carro já possuía as curvas de seu formato característico e o motor refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na traseira, similar ao Tatra. Erwin Komenda, chefe de desenho da Porsche de longa data, desenvolveu o corpo do protótipo que seria igual ao dos Carochas/Fuscas posteriores.
A nova fábrica - implantada numa cidade que foi criada em torno da mesma e batizada de KdF-Stadt (atual Wolfsburg) - só havia produzido algumas unidades quando a Segunda Guerra Mundial iniciou-se em 1939. Como conseqüência da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como o jipe Kübelwagen, o modelo anfíbio Schwimmwagen e o Kommandeurwagen.A empresa deve a sua existência no pós-guerra a um homem, o major britânico Ivan Hirst. Em abril de 1945 a KdF-Stadt e sua fábrica fortemente bombardeada foram capturados pelos norte-americanos, e passaram às mãos da administração britânica. A primeira idéia foi usá-la para a manutenção de veículos militares pesados. Para Hirst, como ela fora usada para produção militar e fora um "animal político" (menção pessoal) ao invés de um empreendimento comercial, seu equipamento na época fora destinado às reparações de guerra. Assim, Hirst pintou um dos carros da fábrica de verde e o exibiu em instalações militares britânicas. Dispondo de poucos veículos leves de transporte, em setembro de 1945 o exército britânico foi persuadido a encomendar 20.000 unidades. As primeiras unidades foram para o pessoal das forças de ocupação e para o correio alemão. Por volta de 1946 a fábrica estava produzindo 1000 carros por mês, uma quantidade notável, uma vez que a fábrica ainda precisava de reparos: o teto e os vidros danificados interrompiam a produção quando chovia, e o aço para fazer automóveis era pago com veículos produzidos.
O carro e a cidade mudaram seus nomes da época da Segunda Guerra Mundial para, respectivamente, Volkswagen e Wolfsburg. Enquanto isto, a produção crescia. Como ainda era incerto o futuro da fábrica, a mesma foi oferecida a representantes de empresas automobilísticas britânicas, americanas e francesas. Todos a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica Rootes Group, declarou que "o modelo não atrai o consumidor médio de automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes". Ironicamente, a Volkswagen fabricou nos anos 80 uma versão do Hillman Avenger, modelo criado pela empresa de Rootes (Hillman), após esta ter sido absorvida pela Chrysler em 1978, e de a Chrysler, por sua vez, ter vendido sua fábrica na Argentina - que produzia este modelo como "Dodge Polara" - para a Volkswagen.Após 1948, a Volkswagen se tornou um importante elemento simbólico e econômico, da recuperação da Alemanha Ocidental. Heinrich Nordhoff (1899-1968), ex-gerente da área de caminhões da Opel foi chamado para dirigir a fábrica naquele ano. Em 1949 Hirst deixou a empresa, agora reorganizada como um monopólio controlado pelo governo alemão ocidental. Além da introdução do veículo comercial "VW tipo 2" (conhecido como Kombi) em suas versões de passageiros, furgão e camioneta, e do esportivo Karmann Ghia, Nordhoff seguiu a política de modelo único até pouco antes de sua morte em 1968.
A produção do "tipo 1", o carocha ou fusca, cresceu enormemente ao longo dos anos no mundo todo, tendo atingido 1 milhão de veículos em 1954.
Durante a década de 1960 e o início dos anos 70, apesar de o carro estar ficando ultrapassado em alguns aspectos, suas exportações para os EUA, sua publicidade inovadora e sua reputação de veículo confiável ajudaram seus números de produção total superarem os do recordista anterior, o Ford Modelo "T". Por volta de 1973 sua produção mundial já superava 16 milhões de unidades.
A Volkswagen expandiu sua linha de produtos em 1967 com a introdução de vários modelos "tipo 3", os quais eram essencialmente variações de desenho de carrocerias ("hatch", três volumes) baseados na plataforma mecânica do "tipo 1". Novamente o fez em 1969 com a linha relativamente impopular chamada "tipo 4" que diferiam bastante dos anteriores pela adoção de carroceria monobloco, transmissão automática e injeção de combustível.A Volkswagen enfrentou sérios problemas em fins dos anos 60, com o insucesso dos "tipo 3" e "tipo 4" também com o K70, baseado em modelo da montadora NSU. A empresa sabia que a produção do "Käfer" (Carocha, Fusca) iria terminar algum dia, porém o enigma sobre como substituí-lo se convertera num pesadelo. A chave para o problema veio da aquisição da Audi/Auto-Union, em 1964. A Audi possuía os conhecimentos tecnológicos sobre tração dianteira e motores refrigerados a água dos quais a Volks tanto necessitava para produzir um sucessor de seu "tipo 1". A influência da Audi abriu caminho para uma nova geração de Volkswagens: Polo, Golf e Passat.
A produção do Käfer na fábrica de Wolfsburg cessou em 1974, sendo substituído pelo Golf. Era um veículo totalmente diferente de seu predecessor, tanto na mecânica quanto no desenho, com suas linhas retas desenhadas pelo projetista italiano Giorgetto Giugiaro). Seu desenho seguiu tendências estabelecidas pelos pequenos modelos familiares, tais como o Mini Cooper, de 1959 e o Renault 5, de 1972 -- o Golf tinha um motor refrigerado a água montado transversalmente, desenho "hatch-back" e tração dianteira, uma configuração que tem dominado o mercado desde então. A produção do Käfer (Carocha/Fusca) continuou em fábricas alemãs menores até 1978, porém o grosso da produção foi deslocado para o Brasil e o México.Desde a introdução do Golf, a Volkswagen tem oferecido uma gama de modelos semelhantes a de outros fabricantes europeus. O Polo, menor em tamanho que o Golf e introduzido na mesma época, os esportivos Scirocco e Corrado, e o Passat, de maior tamanho, foram os mais importantes e significativos. Em 1998 a Volks lançou o chamado New Beetle, um carro com plataforma baseada no Golf e desenho que lembrara o "Beetle"/"Käfer". Em 2002, a empresa alemã - cujo nome traduzido ao português significa "carro do povo" - lançou dois automóveis para o segmento de alto luxo: a limusine Phaeton(como chamam os sedãs na Alemanha,seu maior mercado) e o SUV Touareg.
Em 30 de julho de 2003, o último Carocha/Fusca foi produzido no México, selando para o modelo um total de 21.529.464 unidades produzidas em todo o mundo.
Hoje, a Volkswagen é parte do Volkswagen AG (Volkswagen Aktiengesellschaft), que inclui as marcas:
Audi -- antiga Auto Union/DKW -- comprada da Daimler-Benz em 1964-1966.
NSU Motorenwerke AG -- comprada em 1969 pela divisão Audi. A marca não é mais usada desde 1977.
SEAT -- marca espanhola adquirida em 1987.
Škoda -- adquirida em 1991.
Bentley -- adquirida em 1998 da empresa inglesa Vickers, junto com a marca Rolls-Royce.
Bugatti -- adquirida em 1998.
Lamborghini -- adquirida em 1998.
De julho de 1998 até dezembro de 2002 a divisão Bentley da Volkswagen também vendeu automóveis sob a marca Rolls-Royce, após acordo com a também alemã BMW, a qual comprara os direitos de uso do nome. A partir de 2003, apenas a BMW pode fabricar automóveis com a marca Rolls-Royce.
Uma das maiores fábricas da Volkswagen está situada na cidade de Palmela a sul de Lisboa, que é conhecida como a Autoeuropa.
A Volkswagen Motores está localizada na cidade de São Carlos no estado de São Paulo.
A Volkswagen Caminhões está localizada na cidade de Resende no estado do Rio de Janeiro.
A Volkswagen de Taubaté no estado de São Paulo e a Volkswagen de São José dos Pinhais no estado do Paraná. O Portfólio atual da marca alemã contém 16 veículos, sendo sete destes produzidos fora do Brasil. Os veículos Crossfox, Fox, Gol, Golf, Kombi, Parati, Polo Hatch, Polo Sedan, Parati e Saveiro, os produzidos em território brasileiro. Spacefox, produzido na Argentina, Passat, Passat Variant e Touareg, produzidos todos na Alemanha, e Bora, Jetta e New Beetle, produzidos em territórios mexicanos e Eos em Portugal (Palmela).
Ao longo dos últimos 4 anos, a Volkswagen foi dirigida por três presidentes diferentes (Herbert Demel, austríaco, Paul Fleming, inglês e Hans-Christian Maergner, alemão) e é a atual segunda colocada em vendas e primeira colocada em produção de carros e comerciais leves, em território nacional.

Fiat

A Fábrica Italiana de Automóveis Turim - FIAT é um conglomerado empresarial fabricante de automóveis e com atuação em outros ramos industriais e também financeiros, sediado em Turim, norte da Itália.
Fazem parte do Grupo FIAT, as marcas automotivas Fiat, Ferrari, Alfa Romeo, Maserati, Lancia, Autobianchi, Innocenti, OM, Iveco, CNH, New Holland, Flexy-Coils, Fiat-Hitachi, Case, Fiat-Allis, dentre outras. É patrocinadora da Juventus FC e da Sociedade Esportiva Palmeiras.O nome FIAT é um acrônimo de Fabbrica Italiana Automobili Torino ("Fábrica Italiana Automóveis Turim" em português), mas também pode significar "deixe ser" em Latim. Fundada por Giovanni Agnelli, em 11 de Julho de 1899. Seu neto, Gianni Agnelli, chefiou a Fiat de 1966 até sua morte em Janeiro de 2003, quando foi sucedido por seu irmão Umberto Agnelli. Depois da morte de Umberto, em 2004, Luca Cordero di Montezemolo foi nomeado presidente da empresa, porém o herdeiro de Agnelli, John Elkann, tornou-se vice-presidente, com 28 anos. Outros membros da família Agnelli continuam na direção.
As atividades do grupo eram inicialmente centralizadas na fabricação de automóveis e de veículos industriais e agrícolas. Na primeira década do século XX já fabricava também locomotivas, e, com o início da Primeira Guerra Mundial, passou a fabricar ambulâncias, metralhadoras e até motores para submarinos. Com o tempo, diversificou suas atividades, e hoje o grupo atua em vários setores industriais e financeiros. O centro de suas atividades industriais está na Itália, porém atua através de subsidiárias em 61 países, com 1063 unidades que empregam 223.000 pessoas, 111 mil das quais fora da Itália.O grupo FIAT, desde fins dos anos 1960, adquiriu (ou passou a controlar) uma vasta gama de empresas, tais como:
Empresas automobilísticas - a lista inclui marcas como Ferrari, Lancia, Autobianchi (que já pertencia à Lancia), Maserati, Alfa Romeo e Innocenti. A Fiat também é dona de marcas de veículos industriais, incluindo OM e Iveco. Nos anos 70 e 80, a empresa se tornou pioneira no uso da robótica na montagem de motores automotivos. As unidades fabris da FIAT estão entre as mais automatizadas do mundo.
Máquinas agrícolas - o grupo Fiat é também dono da CNH Global, New Holland e do fabricante canadense Flexy-Coils
Veículos para construção, fabricados pela Fiat-Hitachi Construction e New Holland Construction.
Ônibus - fabricados com as marcas Fiat, Iveco ou Irisbus
Aviação - aviões e suas peças eram produzidas pela FiatAvio, (atualmente apenas Avio, e que não mais faz parte do grupo).
Veículos militares
Autopeças - o maior fabricante italiano de componentes automotivos, a Magneti-Marelli pertence à Fiat, e que por sua vez é dono das marcas Carello, Automotive Lighting, Siem, Cofap, Jaeger, Solex, Veglia Borletti, Vitaloni, Automotive Lighting e Weber. Outras marcas de acessórios que pertencem ao grupo são a Riv-Skf e a marca brasileira de amortecedores Cofap.
Aço e metalurgia - O grupo Fiat é dono da Teksid e produz máquinas para a indústria, incluindo máquinas para a indústria automobilística, com a marca Comau Systems, a qual adquiriu as marcas Pico, Renault Automation e Sciaky.
Imprensa - o grupo Fiat também atua no campo editorial, sendo proprietário do jornal italiano La Stampa (criado em 1926) e as editoras Itedi e Italiana Edizioni. Possui também a empresa de venda de espaços publicitários Publikompass.
Atividades financeiras - Era dono de uma importante empresa de seguros italiana, a Toro Assicurazioni, cedida em 2003 ao Grupo De Agostini. E ainda de empresas menores, como Lloyd Italico e Augusta Assicurazioni, permitindo-o interagir com bancos associados.
Construção - Ingest Facility e Fiat Engineering trabalham com vários ramos da construção civil, enquanto a empresa IPI intermedeia negócios com propriedades.
Tecnologia de informação - A Fiat está presente com a ICT - Information & Communication Technology, Espin, Global Value, TeleClient e Atlanet.
Lazer O grupo possui instalações de esqui Sestrieres, nos Alpes, criada pela família Agnelli.
Outros negócios empresas menores, como Fiat Gesco, KeyG Consulting, Sadi Customs Services, Easy Drive, RM Risk Management e Servizio Titoli trabalham para serviços públicos, prestando serviços de consultoria econômica a financeira. A Fiat também é proprietaria do clube Juventus, da 1ª Divisão do Campeonato Italiano
A Fiat patrocina a Fondazione Giovanni Agnelli, fundação de pesquisa nas áreas social e econômica, e também patrocina o Palazzo Grassi, famoso edifício antigo de Veneza, que hoje é um museu.

[editar] Fora da Itália
A FIAT está presente em diversos países. Foi uma das pioneiras na construção de fábricas no Leste Europeu, especialmente na antiga União Soviética, com fábricas em Vladivostok, Kiev e Togliattigrad. A empresa russa AutoVAZ (mais conhecida por Lada) é o exemplo mais conhecido. Possui hoje fábricas no Brasil , Turquia, China, Polónia, Argentina, África do Sul e Índia, onde produz modelos adaptados aos mercados locais e às vezes voltados à exportação, como a linha Palio. No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália.
Nos Estados Unidos, porém, a marca Fiat teve pouco sucesso devido à fragilidade dos primeiros modelos, e o acrônimo "Fiat" tornou-se conhecido como "Fix It Again, Tony" (conserte-o de novo, Tony). Já as marcas Ferrari, Maserati, Lancia e Alfa Romeo, todas da FIAT, têm prestígio mundial. No Brasil, a marca FIAT começou a adquirir prestígio em meados de 1980 com o lançamento de carros populares (UNO). Posteriormente, apresentou carros com qualidade interior e bons motores como o Tipo, Tempra e Marea - conquistando o público brasileiro.
Os modelos Fiat atualmente produzidos no Brasil são:
Idea (tipo SUV)
Palio
Palio Weekend
Uno
Fiorino (pick up)
Strada (pick up)
Siena
Punto
Stilo
Doblô (tipo SUV)

[editar] Modelos Antigos
Fiat 147 - Primeiro carro a álcool fabricado em série em todo o mundo.
Brava
Marea
Tempra
Tipo
Elba
Prêmio
Foto do Siena

[editar] Fusão
Em 2000, houve uma negociação em que a GM comprou 20% do capital da FIAT em troca de 5% de seu capital. Havia também a opção de que depois de 5 anos, se a FIAT quisesse vender os 80% restantes, a GM teria que comprar, pagando um "preço justo". O negócio se mostrou infrutífero, pois em fevereiro de 2005, a GM anunciou o fim da transação, tendo assim que pagar dois bilhões de dólares para não comprar o restante do capital da FIAT, e encerrando também as atividades das duas empresas criadas juntamente com a FIAT - a FIAT-GM Powertrain (fábrica de transmissões e motores) e a GM-FIAT Worldwide Purchasing (empresa responsável por todas as compras das duas empresas).
Já as marcas Ferrari, Maserati, Lancia e Alfa Romeo porém, têm prestígio mundial.
Modelos atuais
Albea · Bravo · Croma · Doblò · Ducato · Fiorino · Grande Punto · Idea · Linea · Marea · Multipla · Panda · Palio / Palio Weekend / Siena · Punto · Scudo · Sedici · Seicento · Strada · Stilo · Ulysse · 500
Modelos históricospós-2GM
Bianchina · Barchetta · Bravo/Brava · Campagnola · Cinquecento · Coupé · Croma · Daily · Dino · Duna/Prêmio · Elba · Oggi · Panda · Panorama · Regata · Ritmo/Strada · Tempra · Tipo · Turbina · Uno · 124 · 125 · 126 · 127 · 128 · 130 · 131 · 132/Argenta · 133 · 147/Spazio · 238 · 242 · 500 · 600 · 850 · 1100 ·1300 · 1400 ·1500 · 1800/2100 · 2300 · X1/9
Modelos históricospré-2GM
4 HP · 6 HP · 10 HP · 12 HP · 24 HP · 60 HP · 1T · 1 · Zero · 2B · 70 · 508C · 508 · 503 · 502 · 509 · 518 · 510 · 514 · 519 · 520 · 524 · 527 · 574 Corsa · 1100 · 2800 · Mod 5 · Topolino
Veículos blindados
L6/40 · L3/35 · 3000 · M11/39 · M13/40 · M14/41

Jaguar

Jaguar Cars Limited é um fabricante inglês de automóveis de luxo, de propriedade da Ford Motor Company, com sede em Coventry. Foi fundada com o nome de SS Cars Ltd em 1922 e em 1945 mudou o nome para Jaguar.
Por aliar desempenho e luxo em seus produtos, tem como concorrentes diretos a BMW, Mercedes-Benz, Porsche, Cadillac, e a Infiniti, ente outros.Fundada em 1922 como Swallow Sidecar Company, por dois amantes de motocicletas, William Lyons e William Walmsley. O nome Jaguar apareceu a primeira vez no modelo SS Jaguar 2,5 Litros de quatro portas, dias antes do Salão do Automóvel de Londres de 1935. O nome SS Cars Ltd estava em todos os modelos da marca, mas foram rebatizados para Jaguar Cars Ltd depois da Segunda Guerra Mundial, pela conotação desfavorável da sigla SS.
Depois de diversas fusões e separações com outros fabricantes, em 1989 a Jaguar foi comprada pela Ford, que devido ao prejuízo em seus investimentos, pensa em colocar a Jaguar a venda.[1]
Instalada originalmente em Blackpool, transferiu-se para Coventry em 1928, para ser o coração do British motor industry, região onde se concentrou diversas empresas do setor automobilístico inglês. Hoje seus carros são montados em Birmingham e Liverpool. A antiga fábrica de Coventry parou de produzir em 2005.
A Jaguar possui também a construtora de automóveis Daimler Motor Company (não confundir com o grupo Daimler-Benz) em 1960. Desde então, os modelos mais luxuosos da Jaguar passaram a receber Daimler em seus nomes. Modelos notáveis:
Modelos esportivos
XK120 (1948-1954)
XK140 (1954-1957)
XK150 (1957-1960)
Jaguar E-type (XKE) (1961-1975)
XJ-S/XJS (1975-1996)
XK8 (1996-2005)
XK (X150) (2006-)
Carrocerias longas
2.5 Litre (1935-1948)
3.5 Litre (1937-1948)
Mark IV (1945-1948)
Mark V (1949-1951)
Mark VII(M) (1950-1957)
Mark VIII (1957-1959)
Mark IX (1958-1961)
Mark X/420G (1961-1970)
XJ6 (1968-1997)
XJ12 (1972-1997)
XJ8 (1998-)
Carrocerias curtas
1.5 Litre (1935-1949)
Mark 1 (1955-1959)
Mark 2 (1959-1966)
S-type (1963-1968)
240/340 (1967-1969)
420 (1966-1970)

Ford

Henry Ford (Springwells, 30 de Julho de 1863 — Dearborn, 7 de Abril de 1947) foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo,[1] e a um preço menor.[2] A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria norte americana.[3] Ford foi um inventor prolífico e registrou 161 patentes nos EUA.[4] Como único dono da Ford Company, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.[5]
A ele é atribuído o "fordismo", isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como "linha de montagem", o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus operários — notavelmente o valor de 5 dólares por dia, adotado em 1914.[6]
Ford via no consumismo uma chave para a paz.[7] Ele não confiava em contadores, tendo reunido uma das maiores fortunas do mundo sem ao menos possuir auditoria em sua companhia. A companhia teve sua primeira auditoria depois que Henry Ford II se tornou seu diretor. O intenso empenho de Henry Ford para baixar os custos resultou em muitas inovações técnicas e de negócios, incluindo um sistema de franquias que instalou uma concessionária em cada cidade da América do Norte, e nas maiores cidades em seis continentes. Ford deixou a maior parte de sua grande riqueza para a Fundação Ford, mas providenciou para que sua família pudesse controlar a companhia permanentemente.Ford nasceu em 30 de julho de 1863, em uma fazenda próxima a um município rural a oeste de Detroit, no estado do Michigan (este espaço hoje faz parte de Dearborn). Seu pai, William Ford (1826-1905), nasceu em County Cork, Irlanda. Sua mãe, Mary Litogot Ford (1839-1876), nasceu em Michigan, e era a mais nova dos filhos de imigrantes belgas; seus pais morreram quando Mary era uma criança e ela foi adotada pelos vizinhos, os O'Herns. Os irmãos de Henry Ford são: Margaret Ford (1867-1868); Jane Ford (c 1868-1945), William Ford (1871-1917) e Robert Ford (1873-1934).
Henry adquiriu a paixão pela mecânica em sua casa. Seu pai lhe dera um relógio de bolso quando era um adolescente. Aos quinze, ele tinha a reputação de reparador de relógios, tendo desmantelado e remontado as peças de relógios de amigos e vizinhos dezenas de vezes[8].
Sua mãe morreu em 1876, o que veio como um golpe que destruiu o jovem Henry. Seu pai desejava que Henry no futuro assumisse fazenda, mas Henry não tinha gosto pelos trabalhos agrícolas. Com o falecimento de sua mãe, muito pouco permaneceu para mantê-lo na fazenda. Mais tarde ele disse a seu pai: "Eu nunca tive qualquer amor especial pela fazenda — era a mãe na fazenda que eu amava".[9]
Em 1879, ele deixou sua casa e foi para a cidade vizinha Detroit, para trabalhar como um aprendiz de operador de máquinas, primeiro na empresa James F. Flower & Bros., e mais tarde na Detroit Dry Dock Co. Em 1882, ele retornou a Dearborn para trabalhar na fazenda da família e se tornar experiente na operação dos motores a vapor portáteis da Westinghouse. Ele foi posteriormente contratado pela Westinghouse Electric Corporation, companhia que prestava serviços para motores a vapor.
Ford se casou com Clara Ala Bryant (c1865-1950) em 1888, e se sustentava com a exploração da fazenda e mantendo uma serraria.[10] Eles tiveram um único filho, Edsel Bryant Ford (1893-1943) e adotaram um da China.[11]
Em 1891, Ford tornou-se um engenheiro da Edison Illuminating Company, e, após sua promoção ao cargo de Engenheiro Chefe em 1893, ele teve bastante tempo e dinheiro para dedicar atenção às suas experiências pessoais com motores a gasolina. Estes experimentos culminaram em 1896 com a conclusão de seu próprio veículo automotor denominado Quadriciclo, que ele dirigiu em teste em 4 de junho. Depois de vários testes, Henry Ford planejou formas de melhorar o Quadriciclo.[12]Com 40 anos de idade, Ford, com outros 11 investidores e US$ 28.000,00 de capital, formaram a Ford Motor Company em 1903. Em um carro recém-planejado, Ford fez uma exposição sobre o gelo do Lago Saint Clair, dirigindo uma milha (1,6 km) em 39,4 segundos, estabelecendo um novo recorde de velocidade terrestre em 91,3 milhas por hora (147,0 km/h). Persuadido por esse êxito, o piloto de corrida Barney Oldfield, que nomeou o novo modelo Ford de "999" em honra de uma locomotiva de corrida da época, levou o carro por todo o país, tornando a marca Ford conhecida em todos os Estados Unidos. Ford também foi um dos primeiros patrocinadores do Indianapolis 500.
Ford maravilhou o mundo em 1914, oferecendo o pagamento de U$ 5,00 por dia, o que mais do que duplicou a taxa da maioria dos seus trabalhadores. O movimento foi extremamente rentável; no lugar da constante rotatividade de empregados, os melhores mecânicos de Detroit afluíram para a Ford, trazendo seu capital humano e sua habilidade, aumentando a produtividade e reduzindo os custos de treinamento. Ford chamou isso de "salário de motivação" ("wage motive"). O uso da integração vertical pela empresa também provou ser bem sucedido quando Ford construiu uma fábrica gigantesca, onde entravam matérias primas e de onde saiam automóveis acabados.O Ford Model T foi apresentado no dia 1 de outubro de 1908. Ele tinha muitas inovações importantes, como o volante no lado esquerdo, o que foi logo copiado por todas as outras companhias. O motor e o câmbio eram totalmente fechados. Os 4 cilindros eram fundidos em um bloco sólido, e a suspensão usava duas molas semi-elípticas. O carro era muito simples de se dirigir e, o mais importante, sua manutenção era barata. O veículo era tão barato em 1908, custando US$ 825,00 (o preço caía todo ano) que na década de 1920 a maioria dos motoristas norte-americanos aprenderam a dirigir o Modelo T, o que deixou boas memórias para milhões de pessoas.
Ford criou um sólido sistema de publicidade Detroit para garantir que cada jornal transmitisse notícias e anúncios sobre o novo produto. A rede de concessionários locais de Ford tornou o carro onipresente em praticamente todas as cidades da América do Norte. Como revendedores independentes, as franquias enriqueceram e fizeram a propaganda não apenas de Ford, mas também do próprio conceito de automobilismo; clubes locais de automóveis surgiram para ajudar novos motoristas e para explorar o campo. Ford foi sempre ávido para vender aos fazendeiros, que viram no veículo um dispositivo comercial ajudar em seus negócios. As vendas subiram rapidamente - vários anos tiveram 100% de lucros em relação ao ano anterior. Sempre na busca de maior eficiência e menores custos, em 1913 Ford introduziu a montagem em esteiras em movimento nas suas instalações, o que permitiu um enorme aumento da produção. Embora seja atribuído a Henry Ford o invento, fontes contemporâneas indicam que o conceito e sua evolução vieram dos funcionários Clarence Avery, Peter E. Martin, Charles E. Sorensen, e C. H. Wills. As vendas ultrapassaram 250.000 unidades em 1914. Por volta de 1916, tendo o preço baixado para US$360,00 para os carros de passeio básicos, as vendas atingiram 472.000 unidades[13].
Por volta de 1918, metade dos carros na América do Norte eram Modelos T. A alta produção conseguida por Ford tem como característica marcante a escolha de uma única cor de veículo, que era preta. Desta forma, ele conseguia montar os veículos sem ter que diferenciar o processo de pintura. Existe uma frase famosa que Ford escreveu em sua autobiografia sobre a escolha da cor do veículo: "O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto".[14] Antes do desenvolvimento da linha de montagem, que exigia a cor preta por sua secagem mais rápida, o Modelo T era disponível em outras cores, incluindo o vermelho. Esse esquema era veementemente defendido por Henry Ford, e a produção continuou até 1927; a produção final total foi de 15.007.034 unidades. Esse foi um recorde que permaneceu por 45 anos.

Em 1918, o presidente Woodrow Wilson pediu pessoalmente a Ford para que se candidatasse ao Senado dos Estados Unidos da América, de Michigan, como um democrata. Embora a nação estivesse na guerra, Ford concorreu como um candidato pacífico e um forte apoiador da proposta Liga das Nações.[15] Em dezembro de 1918, Henry Ford transferiu a presidência da Ford Motor Company para seu filho Edsel Ford. Henry, entretanto, retinha a autoridade de decisão final e algumas vezes revogou as decisões de seu filho. Henry e Edsel compraram todas as ações restantes de outros investidores, dando deste modo à família exclusivo domínio sobre a companhia.
Por volta da metade da década de 1920, as vendas do Modelo T começaram a declinar devido à concorrência crescente. Outros fabricantes de automóveis ofereciam planos de pagamentos pelos quais os clientes podiam comprar seus carros, que comumente incluíam características mecânicas mais modernas e estilos não disponíveis no Model T. A pesar dos estímulos de Edsel, Henry recusava-se firmemente a incorporar novas características no Modelo T ou a criar um plano de crédito para os compradores.Por volta de 1926, o enfraquecimento das vendas do Modelo T finalmente convenceu Henry a fazer um novo modelo de automóvel. Ele desempenhou o projeto com um grande número de técnicos especializados no projeto de motor, chassi, mecânica e outras necessidades, deixando o desenho da carroceria para seu filho. Edsel também conseguiu prevalecer sobre seu pai na oposição inicial deste à inclusão de um sistema de mudança transmissão deslizante. O resultado foi o sucesso do Ford Model A, introduzido em dezembro de 1927 e produzido até 1931, com uma produção total de mais de quatro milhões de automóveis. Posteriormente, a empresa adotou um sistema de mudança anual de modelo, semelhante ao que é utilizado pelos fabricantes de automóveis de hoje. Não antes de 1930 Henry superou sua oposição contra companhias de financiamento. No entanto, após isso, a Universal Credit Corporation, de Ford, tornou-se a principal financiadora de veículos.Henry Ford foi um pioneiro do "capitalismo do bem-estar social" concebido para melhorar a situação dos seus trabalhadores e especialmente para reduzir a grande rotação de empregados de muitos departamentos, que contratavam 300 homens por ano para preencher 100 vagas. Eficiência significava contratar e manter os melhores trabalhadores. Em 5 de janeiro de 1914, Ford anunciou seu programa de cinco dólares por dia. O programa revolucionário incluía uma redução da duração do dia de trabalho de 9 para 8 horas, 5 dias de trabalho por semana, e um aumento no salário mínimo diário de US$ 2,34 para US$ 5 para trabalhadores qualificados.[16]Henry Ford foi um cristão episcopal que era contra a guerra, argumentando que ela era um desperdício de tempo.[17] Ford tornou-se altamente crítico com aqueles que financiavam a guerra e parecia fazer tudo o que podia para detê-los. Em 1915 o judeu pacifista Rosika Schwimmer obteve a ajuda de Henry Ford para financiar uma viagem de navio para a Europa, com o objetivo de ser uma espécie de "missão de paz", para si e aproximadamente 170 outros proeminentes líderes pacifistas. O pastor episcopal de Ford, Reverendo Samuel S. Marquis, acompanhou-o na viagem. Marquis também liderou o departamento de sociologia de Ford entre 1913 e 1921. Ford conversou com o presidente Wilson sobre a missão, mas não obteve qualquer apoio governamental. Seu grupo partiu rumo à neutra Suécia e à Holanda para encontrar-se com ativistas da paz naquele país. Ridicularizado, teve que deixar o navio logo que este chegou à Suécia.A Ford, assim como outras empresas automotivas, entrou no negócio da aviação durante a Primeira Guerra Mundial. Após a guerra, ele retornou à indústria automobilística até 1925, quando Henry Ford adquiriu a companhia de aviação Stout Metal Airplane Company.

A mais bem sucedida aeronave de Ford foi o Ford 4AT Trimotor - chamado de "Ganso de Lata" ("Tin Goose"), em virtude da sua construção metálica ondulada. O avião utilizava uma nova liga chamada Alclad, que combinava resistência à corrosão do alumínio com a força do duralumínio. O avião era semelhante ao V.VII-3m da Fokker, e alguns dizem que os engenheiros da Ford secretamente mediram o avião Fokker e, em seguida, o copiaram. O Trimotor voou pela primeira vez em 11 de junho de 1926, e foi o primeiro bem sucedido avião de passageiros dos EUA, acomodando cerca de 12 passageiros de modo um tanto desconfortável. Diversas variantes foram também usadas pelo Exército dos EUA. Aproximadamente 200 Trimotores foram construídos antes de ter sido interrompido em 1933, quando a Ford Airplane Division encerrou devido às poucas vendas durante a Grande Depressão.Ford iniciou sua carreira como um motorista de carros de corrida manteve seu interesse por este esporte de 1901 até 1913. Ford colocou o desprovido Modelo Ts em corridas, terminando em primeiro lugar (embora posteriormente desqualificado), em uma corrida "mar-a-mar" (atravessando os Estados Unidos) ocorrida em 1909, e estabelecendo o recorde de velocidade em pista oval de uma milha (1,6 km) em Detroit Fairgrounds em 1911 com o motorista Frank Kulick. Em 1913, Ford tentou colocar um Modelo T reformulado no Indianapolis 500, mas foi informado que as regras exigiam a adição de mais 1.000 libras (450 kg) no carro antes que ele pudesse ser aprovado. Ford saiu da corrida e logo depois saiu de corridas permanentemente, citando a insatisfação com as regras do esporte e as exigências de seu tempo pelo grande aumento na produção do Modelo T.A filosofia de Ford defendia a independência econômica para os Estados Unidos. Sua fábrica em River Rouge tornou-se o maior complexo industrial do mundo, sendo até mesmo capaz de produzir o seu próprio aço. Ford tinha por objetivo produzir um veículo a partir do zero, sem dependência de comércio externo. Ele acreditava na expansão global de sua companhia. Acreditava que o comércio internacional e a cooperação internacional levariam à paz, e usou o processo de linha de montagem e produção do Modelo T para demonstrar isso.[18] Ele abriu as fábricas de montagem Ford no Reino Unido e no Canadá em 1911, e logo se tornou o maior produtor de automóveis nesses países. Em 1912, Ford cooperou com Agnelli da Fiat para lançar as primeiras montadoras de automóveis italianas. As primeiras instalações na Alemanha foram construídas na década de 1920, com o encorajamento de Herbert Hoover e do Departamento de Comércio, que concordava com a teoria de Ford, que afirmava que o comércio era essencial para a paz mundial.[19]
Na década de 1920 Ford também construiu instalações na Austrália, na Índia e na França, e, por volta de 1929, ele teve concessionários de sucesso em seis continentes.
Ford tentou uma plantação comercial de seringueiras para a produção de borracha na Amazônia brasileira chamada de Fordlândia; o que foi uma de suas poucas falhas.[20] Em 1929, Ford aceitou o convite de Stalin para construir um modelo de fábrica (NNAZ, hoje GAZ), em Gorky, uma cidade mais tarde renomeada para Nizhny Novgorod, e enviou engenheiros estadunidences e técnicos para ajudar a instalá-la, incluindo o futuro dirigente de sindicato Walter Reuther.

O acordo de assistência técnica entre a Ford Motor Company, a VSNH e a American Trading Organization (AMTORG), controlada pelos soviéticos[21] (como agente de compra) foi firmado por nove anos e assinado em 31 de maio de 1929 por Ford, pelo vice-presidente da FMC Peter E. Martin, por V. I. Mezhlauk, e pelo presidente da Amtorg, Saul G. Bron. A Ford Motor Company trabalhou para conduzir os negócios em todas as nações com as quais os EUA mantinham relações diplomáticas pacíficas:
Ford da Austrália
Ford do Reino Unido
Ford da Argentina
Ford do Brasil
Ford do Canadá
Ford da Europa
Ford da Índia
Ford da África do Sul
Ford do México
Autolatina
Mazda
Volvo Cars desde 1999
Jaguar desde 1990
Por volta de 1932, a Ford fabricava um terço de todos os automóveis do mundo.
A imagem da Ford pasmou os europeus, em especial os alemães, despertando o "medo de alguns, a obsessão de outros, e o fascínio entre todos".[22] Os alemães que discutiam o "Fordismo" frequentemente acreditavam que ele representava algo fundamentalmente norte americano. Eles viram o tamanho, o ritmo, a padronização, e a filosofia da produção demonstrada nos trabalhos de Ford como um serviço nacional — uma "coisa americana" que representava a cultura dos Estados Unidos. Tanto os apoiadores quanto os críticos insistiam que o Fordismo compendiava o desenvolvimento capitalista norte americano, e que a indústria automobilística era a chave para a compreensão das relações econômicas e sociais nos Estados Unidos. Como explicou um alemão, "os automóveis alteraram tão profundamente o modo de vida americano, que hoje dificilmente se pode imaginar alguém sem um carro. É difícil lembrar como era a vida antes de o sr. Ford começar a pregar sua doutrina da salvação".[23] Para muitos alemães, Henry Ford encarnava a essência do americanismo de sucesso.

Mercedes-Benz s

(11-04-08) - Há carros que fazem o motorista se sentir em uma sala de estar mesmo a 140 km/h ou mais, tamanho o silêncio em seu interior e os recursos de ajuste de banco, volante e climatização. Há carros que conseguem aliar esse conforto a uma boa dose de esportividade, com respostas prontas ao acelerador, boas reações em curvas e frenagens precisas e em espaços curtos o suficiente para evitar visitas ao funileiro (e ao hospital, na pior das hipóteses). Melhor que tudo isso é um veículo que, além de esportivo e confortável, consegue ser eficiente, gastando pouco combustível em relação ao desempenho que proporciona. E ele existe, pode acreditar: atende por Mercedes-Benz C 200 Kompressor Avantgarde.O custo deste belo automóvel, como se pode imaginar, não é baixo. O modelo sai da concessionária por R$ 169,9 mil, um valor certamente muito mais alto do que um norte-americano ou um europeu pagam por ele, mas é justo, dentro do contexto nacional, se comparado ao dos concorrentes e ao de sedãs menos sofisticados. Até os encostos de cabeça dos bancos têm ajustes elétricos. Motorista e passageiros têm três memórias de bancos, um conforto e tanto para carros que têm mais de uma pessoa a dirigi-los. Não deverá ser o caso do C 200 K, candidato forte a se tornar o xodó de seu proprietário.Em se tratando de um sedã da Mercedes-Benz, o luxo não chega a ser algo surpreendente, nem a qualidade de acabamento. O que surpreende mesmo o motorista é o momento de ligar o carro e acelerá-lo. A bem da verdade, a surpresa vem mesmo para quem não sabe o tamanho de seu motor. Afinal de contas, o C 200 Kompressor responde com vontade e anda mais do que notícia ruim. Quem não sabe que se trata de um sedã com motor 1,8-litro se assusta ao olhar a ficha técnica.É certo que o quatro-cilindros conta com a ajuda de um compressor mecânico para chegar aos 184 cv a 5.500 rpm, mas o comportamento linear do motor dá a impressão de que ele é naturalmente forte, como um V6. E a responsável por isso não é a potência, já que o Honda Civic SI, também com um quatro-cilindros, de 2 litros, mas sem turbo ou compressor, vai mais longe, com 192 cv. É o torque, de 250 Nm entre 2.800 e 5.000 rpm, que faz a diferença.O casamento entre este motor e o câmbio automático de cinco marchas é praticamente perfeito. O que acaba pesando, neste caso, é saber que a Mercedes-Benz tem o câmbio automático 7G-Tronic, de sete marchas, oferecido em versões mais sofisticadas. Com isso, a caixa que equipa o C 200 Kompressor, por vezes, parece mais lenta do que efetivamente é. Pelo menos não é uma transmissão de quatro marchas, como tantas que são, infelizmente, oferecidas hoje no mercado.Por mais recursos eletrônicos que tenha, e por mais inteligente que seja ou pretenda ser, um câmbio automático de quatro marchas só casa bem com um motor que tenha torque abundante. Motores pequenos, até 3 litros, precisam do maior número possível de marchas para se manter sempre na faixa máxima de torque. Isso diminui o consumo e melhora o desempenho. O do C 200 Kompressor, portanto, bem que poderia ter o 7G-Tronic, mas o de cinco marchas não o deixa na mão.Prova disso é a média de consumo entre cidade e estrada, na casa dos 7,6 km/l. Confessamos ter abusado um pouco mais do acelerador em vista do pouco tempo que tivemos com o carro, mas alguém que o use rotineiramente (que inveja...) deve conseguir números ainda melhores. A Mercedes-Benz divulga 9,3 km/l em ciclo urbano e 16,6 km/l no rodoviário.Outra prova são os números de desempenho deste sedã alemão: 8,6 s para ir de 0 a 100 km/h e máxima de 235 km/h. Não passamos dos 120 km/h regulamentares, mas, nessa velocidade, o sedã parecia estar a no máximo 80 km/h, o que indica que, se estivéssemos numa autobahn, poderíamos manter tranquilamente uma média de 200 km/h como se estivéssemos a 120 km/h...A questão é que, com um carro tão bonito, muita gente vai preferir desfilar a acelerar. Apesar de já estar no mercado há quase um ano (ele foi mundialmente apresentado em janeiro de 2007, pela internet, e chegou ao Brasil em junho do mesmo ano), o C 200 Kompressor chama muito a atenção nas ruas. É bem possível que isso se deva à versão Avantgarde, mais esportiva e imponente que a versão clássica da Classe C, e à bela combinação de cores do modelo em questão (preto com grade dianteira cinza e com detalhes cromados). Seja qual for a explicação, o caso é que não dá para passar despercebido com este carro, algo que pode desagradar a alguns dos tradicionais compradores da marca, normalmente associada a robustez mecânica e a um tipo particular de elegância, essencialmente discreta.Ao contrário do que normalmente acontece com veículos muito bonitos, a função não foi sacrificada em nome do estilo. Com 2,76 m de entreeixos, o C 200 Kompressor oferece muito conforto aos ocupantes do banco traseiro (de preferência dois, já que o terceiro sempre está previsto, mas raramente é esperado) e 475 l de capacidade de carga no porta-malas, o suficiente para carregar as malas de todos, mesmo do(a)s exagerado(a)s.Em suma, o Mercedes-Benz C 200 Kompressor é o que popularmente se chama de bom e bonito. O terceiro “B”, de barato, poderia chegar pelo menos a acessível, mas, no rico mercado brasileiro, onde se paga quase três vezes mais do que no resto do mundo por um carro, isso talvez ainda seja um sonho distante.FICHA TÉCNICA – Mercedes-Benz C 200 Kompressor
MOTOR
Quatro tempos, quatro cilindros em linha, transversal, quatro válvulas por cilindro, refrigeração líquida, 1.796 cm³, sobrealimentado por compressor mecânico
POTÊNCIA
184 cv a 5.500 rpm
TORQUE
250 Nm a 2.800 rpm a 5.000 rpm
CÂMBIO
Automático de cinco velocidades
TRAÇÃO
Traseira
DIREÇÃO
Assistida, por pinhão e cremalheira
RODAS
Dianteiras e traseiras em aro 17”, de liga-leve
PNEUS
Dianteiros e traseiros 225/45 R17
COMPRIMENTO
4,58 m
ALTURA
1,44 m
LARGURA
1,77 m
ENTREEIXOS
2,76 m
PORTA-MALAS
475 l
PESO (em ordem de marcha)
1.490 kg
TANQUE
60 l
SUSPENSÃO
Dianteira independente, de três pontos; traseira independente multi-braço
FREIOS
Discos ventilados na dianteira e discos simples na traseira
PREÇO
R$ 169,9 mil

Hummer

O Hummer é um veículo da AM General e sua marca, assim como o direito de marketing, pertencente à GM. Ele foi desenvolvido a partir do HMMWV, originalmente um veículo de guerra que acabou caindo no gosto dos consumidores estadunidenses e virou sucesso de vendas entre as SUVs (Sport Utility Vehicle).Conhecido pelas suas ações na Guerra do Golfo, o Hummer, hoje, incorporou o espírito de aventura. Apesar de suas 3,1 toneladas o Hummer tem pneus avantajados que os fazem ignorar pedras, escalar barrancos e se comportar como um tanque. A força de sua tração vem do conjunto motor-câmbio da GM: um V8 6.5 turbodiesel, controlado eletronicamente, que gera 195 cv a 3.400 rpm. O torque impressiona: são 59 mkgf a apenas 1.800 rpm. Isso significa que o carro precisa de pouca aceleração para vencer obstáculos. Na estrada, o Hummer alcança 90 km/h a 2 mil rpm. A fábrica informa que ele chega a 134 km/h . Mas é no barro que o Hummer se sente bem. Seus 40,6 cm de distância livres do solo e o fato das rodas estarem nas extremidades do carro fazem com que o Hummer vença qualquer obstáculo.
Segundo o fabricante, ele atravessa trechos alagados com até 76,2 cm de profundidade, sobe rampas de até 60% (27o) e aguenta inclinação lateral de 40%. O câmbio automático de 4 marchas tem seletor de reduzida que pode bloquear o diferencial. Os quatro freios a disco exigem pressão extra no pedal. Já o freio-motor é muito forte, especialmente na reduzida. Os discos de freio não estão nas rodas, mas nos diferenciais, e as rodas ligam-se ao diferencial diretamente por juntas homocinéticas. A direção hidráulica é superleve e o tanque de diesel, na verdade dois, tem a capacidade para armazenar até 159 litros. No painel, você encontra velocímetro, voltímetro, manômetro de óleo, termômetro de água, nível de combustível, relógio, pressão dos pneus, conta-giros, controlador de velocidade etc. O Hummer tem um equipamento chamado CTIS (Central Tire Inflation System), um compressor elétrico de ar que funciona movido por um pequeno motor. Para acionar, basta apertar um botão no painel. Tem ainda um manômetro (medidor de pressão) que possibilita a checagem da pressão dos pneus aos pares - traseiros e dianteiros. Dá para encher o pneu em movimento devido a uma tubulação que chega até ele pelo centro da roda. Quando a roda gira a tubulação não torce. Se um dos pneus furar, você desconecta as mangueiras ligadas aos outros três pneus para que apenas o vazio infle. O Hummer ainda tem uma mangueira auxiliar para encher o pneu de outro automóvel.1903: As raízes americanas do Hummer começam a surgir em 1903 quando a Standard Whell Company e a Terre Haute, uma indústria fabricante de bicicletas, decidiram entrar para o ramo de automóveis criando a Overland Automotive Division, apresentando o “Runabout”como seu primeiro automóvel.
1908; John North Willlys compra a Overland.
1912: A Willys-Overland Company era formada. A nova companhia começou a produzir a famosa série de veículos Willys Knight e depois introduziu o “Whippet”.
1940: Em defesa do esforço de guerra, Willys-Overland projetou o Jipe " original " e fabricou mais de 350,000 dos veículos legendários 4x4.
1953: A Willys-Overland foi comprada por Henry J. Kaiser que renomeou a companhia para Willys Motors Inc., que em seguida seria mudado Kaiser-Jeep Corporation, em seguida fecha um contrato com a companhia do já falecido Studebaker para fabricar caminhões militares.
1970: Comprada pela American Motors Corporation e renomeada para Jeep Corporation, a companhia operou duas unidades separadas – a Divisão de Produtos Comerciais e a Divisão de Produtos Gerais.
1971: A Divisão de Produtos Gerais deixa de existir e é adquirida como uma subsidiária da American Motors passando a ser AM General Corporation.
1979: A história do Hummer começou este ano com necessidade de desenvolver um veículo com vários propósitos (HMMWV) para satisfazer os mais altos padrões do Exército Norte-Americano.
1980: Em julho, o Hummer, protótipo da AM Genera foi testado no deserto de Nevada. Menos de um ano depois foi designado para algumas operações.
1981: O exército norte-americano premia o Fase 1 com o pedido de contrato para a AM General para o desenvolvimento de veículos protótipos.
1982: AM General entrega 11 veículos de protótipos para o Governo norte-americano.
1983: Em março, AM General foi premiada com um contrato de produção inicial de 55.000 veículos militares norte-americanos. A ampliação da empresa começa em abril. AM General Corporation era depois vendida através da American Motors para a LTV Corporation depois deste ano.
1984: Primeira produção do Hummer completatada.
1985: A produção do Hummer aumenta...
1986: Os escritórios da AM General se mudam para South Bend, Ind., em Livonia, Michigan.
1989: A AM General assina um contrato de aumento de produção para 33.3331 veículos militares.
1990: Inicia o trabalho de design do civil Hummer.
1991: A AM General anuncia intenção de comercializar o Hummer para o público.
1992: 100.000º unidade militar do Hummer produzido. Entrega do primeiro Hummer para um civíl. Começa a produção do Hummer para civís. A companhia foi vendida para sua atual dona, a Renco Group, Inc.
1993: AM General amplia seus negócios militares assinando um contrato para a refabricação e modernização de mais de 2.400 veículos “fora de uso” de 2 ½ ton., série M44A2.
1994: Começa a produção do novo M35A3.
1994-95: O Exército norte-americano fecha um contrato adicional com a AM General para a produção de 1.200 e 8.800 HMMWV, para serem produzidos para o ano 2000. Estes trazem o total de veículos construídos e entregues para exército norte-americano.
1996: Primeiro Hummer turbo-diesel é apresentado ao Salão do Automóvel Norte Americano.
1999: É apresentado ao Salão do Automóvel Norte Americano com controle de tração nas 4 rodas e sistema de freio com anti-travamento.Atualmente o Hummer está disponível em quatro versões:
H1 Alpha - versão maior e mais rústica do Hummer, é praticamente o veiculo usado pelo Exército Americano.
H2 Wagon - versão mais bem acabada do Hummer, sucesso de vendas nos EUA. Versão SUV do H2.
H2 Sut - versão pickup do H2.
H3 - versão menor mais acessível do Hummer, também é sucesso de vendas nos EUA.
Todos os Hummers com exceção do H2 Sut, são SUVs.Depois de anos, a General Motors lançará a marca Hummer junto com a marca Cadillac. Jaime Ardila, Presidente da GM no Brasil não disse quais são os modelos que serão lançados.[1]

Bmw

A BMW AG (abreviatura de Bayerische Motoren Werke, em português: Fábrica de Motores da Baviera) é uma empresa alemã, fabricante de automóveis e motociclos. Foi fundada por Karl Friedrich Rapp com o intuito de produzir motores de avião, mas após a Segunda Guerra Mundial, altura em que chegou a produzir motociclos, a BMW dedicou-se à fabricação de automóveis.
O seu símbolo, uma "rodela" preenchida a branco e azul, é uma alusão à bandeira da Baviera onde a marca está sediada, juntamente com a imagem da ilusão de uma hélice a rolar.
A BMW historicamente, sempre esteve envolvida no desportos motorizados, inicialmente nos motociclos e posteriormente nos automóveis.
Devido a brigas ocorridas entre a BMW e a Williams F1, no ano de 2006 a BMW comprou a equipe Sauber e se separou. Assim no ano de 2007, passaram a competir como entidades separadas: BMW Sauber F1 Team e AT&T Williams team.
A BMW hoje é dona também das marcas Mini e Rolls-Royce e anteriormente também da Land-Rover - o actual Range Rover foi desenvolvido em grande parte pela marca germânica. Hoje a Land-Rover pertence ao grupo TATA.
É interessante salientar que a de acordo com uma pesquisa feita com 67.000 oficinas mecânicas e reparadoras de autos dos Estados Unidos, a BMW é considerado a terceira marca automotiva que menos visita as oficinas, em segundo lugar é a Honda e primeiro lugar a Toyota. A sua maior concorrente Mercedes Benz, ficou em quinto lugar.O nome dados aos modelos dos carros da BMW segue um padrão, que indica, em três dígitos, o modelo do carro e sua motorização. Assim, temos como exemplo o BMW 325, que indica um carro da série 3, com motorização 2.5 Litros de cilindrada. Em alguns casos, o número não indica com fidelidade a motorização do modelo, podendo variar. A regra geral, porém, é de que a cilindrada do veículo é maior quanto maior for esse número. Para as demais séries, como a Z e a X, a empresa adotou outro padrão, sem nenhuma relação com a motorização... Modelos:
BMW 316 — (1974-presente) 316i
BMW E85 — (2003–presente) Z4
BMW E86 - (2006-presente) Z4 Coupe
BMW E87 — (2004–presente) Série 1
BMW E90 — (2005–presente) Série 3
BMW E91 — (2005–presente) Série 3 Touring/Sports Wagon
BMW E92 — (2006–presente) Série 3 Coupe
BMW E93 — (2007-presente) Série 3 Conversível
BMW F10 — (2009) Série 5
BMW F01 — (2009) Série 7
BMW F02 — (2009) Série 7 longa
BMW M5 - Série 5 motorsport
BMW M3 GTR E46
BMW M3 E92
BMW M6

Audi

August Horch iniciou no final do século XIX o projecto para a construção de automóveis dando, assim, origem à fundação da Marca Horch, na Primavera de 1899, em Zwickau, perto da cidade de Chemnitz. A um ritmo quase alucinante para a época, a Horch produziu cinco modelos diferentes, até 1909. Nesse ano, Horch, devido a divergências com os directores decidiu abandonar o projecto.
Como Horch perdeu os direitos do nome da empresa então criada, teve que renomear a mesma mas com outra designação. Horch contornou com elegância o problema, adoptando como nova Marca o seu próprio nome, mas traduzido em latim: Audi. A Audi comercializou em 2006 905.100 veiculos[2]Logotipo:
As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1 de Janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Ingolstadt, na Alemanha.

Ferrari

O famoso símbolo da Ferrari é um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari.
O cavalo era originalmente o símbolo do Conde Francesco Baracca, um lendário "asso" (ás) da força aérea italiana durante a I Guerra Mundial, que o pintou na lateral de seus aviões. Baracca morreu muito jovem em 19 de Junho de 1918, abatido após 34 duelos vitoriosos e muitas vitórias em grupo, tornando-se assim um herói nacional.
Baracca queria o cavalo empinado nos seus aviões porque a sua esquadra, os "Battaglione Aviatori", fora inscrita num regimento da Cavalaria (as forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor cavaliere (cavaleiro) de sua equipa.
Houve a suposição que a escolha de um cavalo tivesse sido em parte por causa do facto de que a sua nobre família fosse conhecida por ter muitos cavalos entre os seus bens em Lugo di Romagna. Outra teoria não comprovada sugere que Baracca copiou o desenho de cavalo empinado de um piloto alemão que tinha o emblema da cidade de Stuttgart no seu avião. Coincidência ou não, a fabricante alemã de carros Porsche, de Stuttgart, usou emprestado seu logo de cavalo empinado do emblema da cidade.
Em 17 de Junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna onde conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca. A Condessa pediu que ele usasse o desenho de um cavalo nos seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa Romeo permitiu o uso do cavalo nos carros da Scuderia foi onze anos depois, nas 24 Horas de Spa em 1932. Ferrari ganhou.
Ferrari deixou o cavalo negro como havia sido feito no avião de Baracca; contudo, ele adicionou um fundo amarelo porque era a cor símbolo de sua terra natal, Modena.
O cavalo empinado não foi sempre identificado como marca apenas da Ferrari: Fabio Taglioni usou-o nas suas motocicletas Ducati. O pai de Tagliani foi de facto um companheiro de Baracca e lutou com ele no 91º Esquadrão Aéreo, mas ao passo que a fama da Ferrari cresceu, Ducati abandonou o cavalo; esse pode ter sido o resultado de um acordo privativo entre as duas marcas.
O cavalo empinado é hoje uma marca registada da Ferrari.Os primeiros modelos da Ferrari eram considerados, pela maioria dos pilotos, puramente carros esportivos, não os carros exóticos que conhecemos hoje.

A lamborghini

A Lamborghini é um fabricante de automóveis esportivos de luxo e de alto desempenho para competir com a Ferrari com sede no município italiano de Sant'Agata Bolognese, nas imediações de Bolonha. A companhia foi fundada em 1963 por Ferruccio Lamborghini (1916–1993) como uma filial da sua bem-sucedida fábrica de tratores Lamborghini Trattori S.p.A..
Ferruccio decidiu instalar-se em Sant’Agata de Bolonha e contratou uma série de engenheiros de nomeada para construir os seus carros, como foi o caso de Bizzarrini, Dallara e Stanzani.
Em 1964 foi produzido o primeiro carro Lamborghini, o modelo 350GT, que combinava um chassis desenhado por Dallara com um motor V12 concebido por Bizzarrini. O carro fez bastante sucesso e foi produzido até 1968, depois de ter sido renovado em 1966.
Ainda em 1966 foi lançado o mítico Lamborghini Miura, desenhado por Bertone e dotado também de um potente motor V12. Também este modelo foi um tremendo sucesso de vendas tendo sido produzido até 1973.
Entretanto, em 1968 tinha sido apresentado o Lamborghini Islero, destinado a substituir o 400 GT, que havia surgido como desenvolvimento do 350GT. Também em 1968 apareceu o Lamborghini Espada, o primeiro carro da marca com capacidade para quatro pessoas. Dois anos depois o Islero foi substituído pelo Lamborghini Jarama.
Em 1972 o Lamborghini Urraco permitiu à marca italiana entrar no segmento dos pequenos super-carros. Ainda nesse ano a Lamborghini vendeu 51 por cento das suas acções a um empresário suíço, com os restantes 49 por cento a serem entregues a outro suíço em 1974.
Pelo meio, em 1973 o Miura foi substituído por um outro modelo que também fez história no mundo dos carros de características desportivas, o Lamborghini Countach. Este carro tinha um design extremamente angular e aerodinâmico e estava dotado de um potente motor traseiro de 4000 cc e 12 cilindros em V. O carro foi produzido com estas características até 1988, ano em que o motor passou a ter uma cilindrada de 5000cc. No entanto a empresa estava há muito em dificuldades financeiras e em 1981 tinha sido vendida aos irmãos Mimram, que revitalizaram a marca.
Nesse sentido em 1981 surgiu o Lamborghini Jalpa, que teve por base o Urraco, e em 1982 o Lamborghini LM002, uma novidade na marca, já que se tratava de um veículo de ALLROAD. Este jipe estava dotado de um motor Countach.
Em 1987 a marca norte-americana Chrysler comprou a Lamborghini e para além do substituto do Countach, começou a preparar um motor para equipar carros de Fórmula 1. A estréia nesta competição automobilística ocorreu em 1989, mas nunca teve sucesso.
Já o substituto, do Countach, o Diablo, foi apresentado em 1990 e conheceu um grande sucesso, mantendo-se em produção para além do ano 2000. Nesta altura, já a Lamborghini tinha passado para as mãos do grupo alemão Volkswagen, o que aconteceu em 1998, tendo ficado associada à marca Audi.Ferrucio Lamborghini era um rico construtor de tratores e fazendeiro, e como a maioria da nata da sociedade na época, ele utilizava automóveis da marca Ferrari.
Porém, Ferrucio sempre reclamava da embreagem das Ferraris. Um dia, Ferrucio foi reclamar à Enzo Ferrari, criador da montadora homogênea.
Tratado com displicência por Enzo, recebeu a seguinte resposta: "Você é um simples fazendeiro e não pode reclamar de meus carros!". Ferrucio, sentindo-se ofendido respondeu: "Eu criarei um carro melhor que o seu".
Alguns anos depois, Ferrucio apresentou seu primeiro protótipo, o 300 GT, que transformar-se-ia no primeiro carro de produção da Automobili Lamborghini, o 350 GT. Modelos produzidos (anos de produção)
350 GT (1964 a 1966)
400 GT (1966 a 1967)
400 GT 2+2 (1966 a 1968)
P400 Miura (1966 a 1969)
Islero (1968 a 1969)
Espada Série I (400 GT, 1968 a 1969)
Espada Série II (400 GTE, 1969 a 1972)
Espada Série III (400 GTE, 1972 a 1978)
P400 Miura S (1969 a 1971)
Islero S (1969 a 1970)
400 GT Jarama (1970 a 1972)
P250 Urraco (1972 a 1976)
P400 Miura SV (1971 a 1972)
400 GTS Jarama (1972 a 1976)
LP400 Countach (1974 a 1978)
P200 Urraco (1975 a 1977)
P300 Urraco (1974 a 1979)
Silhouette (1976 a 1979)
LP400 S Countach (1978 a 1982)
Jalpa P350 (1981 a 1988)
LP500 S Countach (1982 a 1985)
LP500 Countach QuattroValvole (1985 a 1988)
Countach 25e Anniversaire (1988 a 1990)
LM 002 (1986 a 1992)
Diablo (1990 a 1998)
Diablo VT (1993 a 1998)
Diablo SE30 (1994 a ?)
Diablo SE30 JOTA (1995)
Diablo VT Roadster (1995 à 1998)
Diablo SV (1995 à 1998)
Diablo SV Roadster (1998)
Diablo SV Monterey (1998)
Diablo SV Alpine Edition (1999)
Diablo VT (1999)
Diablo VT12 (1999)
Diablo SV (1999)
Diablo VT Roadster (1999)
Diablo GT (1999)
Diablo VT Roadster Momo Edition (1999)
Diablo GTR (2000)
Diablo Millennium Roadster (2000)
Diablo VT 6.0 (2000 à 2001)
Murciélago (Salão de Frankfurt, 2001. Comercializado a partir de 2002)
Gallardo (2003 a ...)
Murciélago 40th Anniversary (2003)
Lamborghini Murciélago Roadster
Lamborghini Murciélago R-GT
Lamborghini Murciélago LP640 (2006)
Lamborghini Gallardo Spyder (2006)
Lamborghini Gallardo Superleggera (2007)
Lamborghini Reventón (2008)
Lamborghini Alar Concept (2008)
Lamborghini Gallardo LP560-4 (2008)
Lamborghini Miura Concept (2008)

Gallardo Superleggera

(05-03-07) - Genebra será mesmo um salão surpreendente. Uma das surpresas agradáveis que este salão reserva a seus visitantes é quase de ordem filosófica: como melhorar o que já é quase perfeito. No dia 6 e no dia 8, respectivamente, os jornalistas e o público poderão conferir essa mágica, realizada pela empresa com relação ao Gallardo. E o nome desta mágica é Superleggera.A potência sofreu um incremento relativamente baixo, de 10 cv, ainda mais considerando que o belo motor V10 de 4.961 cm³ já tinha 520 cv a 8.000 rpm. O pulo do gato, ou do touro, em se tratando de um Lamborghini, é que a marca conseguiu deixar o Gallardo 100 kg mais leve, como o próprio nome do carro denuncia. Com isso, o superesportivo atinge os 100 km/h em meros 3,8 s. O ganho em relação a um modelo comum é de 0,2 s, o que pode parecer inexpressivo para uso comum, mas é decisivo em corridas e competições.O Gallardo “básico” pesa 1.430 kg e, no Superleggera, esse peso baixou para 1.330 kg com o uso intensivo de fibra de carbono. Toda a tampa do motor é feita deste material, além do difusor traseiro, dos painéis das portas e da cobertura do túnel central.Para comandar os impetuosos cavalos de que dispõe, o carro tem caixa automatizada (leia mais sobre esse carro aqui), um sistema confortável como o de carros automáticos, que permite a troca de marchas sem retirar as mão do volante, e rápido como uma caixa manual, além de mais barato, mas esse aspecto deve ser ignorado por quem compra um carro tão caro. Apesar de leve, o Superleggera se dá ao luxo de oferecer conforto, visível com o uso de couro Alcântara no revestimento dos bancos. Oferecido nas cores amarela, laranja, cinza e preta, o carro tem entre seus opcionais amortecedores especiais de competição, veludo no revestimento do volante, sistema de navegação multimídia, câmera em vez de retrovisor traseiro, cintos de quatro pontos e discos de freio de cerâmica, entre outros. As vendas do novo Gallardo Superleggera começam logo após a apresentação no Salão de Genebra, mas os preços ainda não foram divulgados. Sejam eles quais forem, é certo que o carro virá ao Brasil, ainda mais agora que a marca tem um representante no país. E também é certo que o valor será muito maior do que o cobrado pelo carro na Europa.

Reventon

No final do ano passado a Lamborghini criou novamente uma obra prima. Um balanço perfeito entre a estética, elegância, desempenho e poder. Serão feitas somente 20 unidades deste modelo a um custo de 1.5 milhões de dólares cada, tornando o Reventon, definitivamente, um objecto de desejo para qualquer um.Este modelo teve a particularidade de ser inspirado nas aviação moderna, mais propriamente no ultra moderno F-22. A fibra de carbono e as entradas de ar frontais generosas permitem que o motor de 650cv catapulte este carro para os 340 Km/h, com uma estabilidade e precisão únicas. Para além de todos os aspectos extraordinários deste modelo, há diversos detalhes que lhe conferem estatuto, nomeadamente a pintura opaca em cinza/esverdeado que, quando iluminada pelo sol, lhe confere profundidade e impacto; um interior muito parecido com um caça e um medidor de Forças-G, criado especificamente para mostrar a dinâmica das forças envolvidas na sua condução, como a aceleração, desaceleração e capacidade de viragem.
Sinto que as palavras são completamente supérfluas.

Volvo

A Volvo é uma empresa sueca fundada em 1927, na cidade de Gotemburgo. A companhia é uma grande fabricante de veículos comerciais se destacando como uma das maiores fabricantes de caminhões do mundo. Entretanto existem outras áreas de atuação que a empresa deixa por conta de suas subsidiárias. Os "braços" da Volvo são: Volvo Caminhões e Ônibus, Volvo Equipamentos para Construção, Volvo Penta, Volvo Aero e Volvo Serviços Financeiros. A Volvo Cars deixou de fazer parte do grupo e foi vendida à Ford Motor Company. História
A Volvo iniciou suas atividades em 1927 na cidade de Gotemburgo na Suécia.
A idéia de seus fundadores, Assar Gabrielsson e Gustaf Larson, era a produção de veículos de passeio que fossem ao mesmo tempo seguros e adequados às condições severas de clima e de pavimento da Suécia na época.
A produção de caminhões se iniciou no ano seguinte com o 'Series 1', um sucesso imediato, que chamou atenção também fora da Suécia.